Foi com muita pena que tomei conhecimento no Sábado passado através do DN-Madeira da queda da Chaminé do antigo Engenho de Machico, daquele que foi o último vestígio da indústria açucareira naquele concelho. Património que mais uma vez se perde por incúria de promotores e do poder público que deveria selar pela conservação e preservação do Património arquitectónico edificado.terça-feira, 11 de março de 2008
Chaminé em Machico demolida
Foi com muita pena que tomei conhecimento no Sábado passado através do DN-Madeira da queda da Chaminé do antigo Engenho de Machico, daquele que foi o último vestígio da indústria açucareira naquele concelho. Património que mais uma vez se perde por incúria de promotores e do poder público que deveria selar pela conservação e preservação do Património arquitectónico edificado.Planeamento e Gestão do Território: Jardim Resolve?!!...
O DN-Madeira de Sexta-Feira da semana passada referia que "...Se é para aprovar um PDM, Jardim resolve. Se é para o suspender, Jardim também resolve. Se é para aprovar um plano da orla costeira, Jardim resolve. Se é para um debate público... esqueça. Passa a ser tudo resolvido na mesa do Conselho de Governo, na Quinta Vigia. quinta-feira, 6 de março de 2008
CDS-PP quer rever acção social escolar
O grupo parlamentar do CDS-PP apresentou, esta manhã, duas propostas que deverão se debatidas, em breve, no parlamento regional.A primeira é um projecto de decreto legislativo que altera o programa 'Jovem em Formação' - anteriormente desigando Juventude e Trabalho - abrindo a possibilidade de estágios no sector privado.
Madeira: Assembleia regional aprova protesto contra a TAP
A Assembleia Legislativa da Madeira aprovou hoje um voto de protesto contra a TAP, devido à extinção, a partir de Abril, das ligações entre a Madeira e várias capitais europeias, com escalas técnicas em Lisboa e Porto.Esta decisão acarretará que o passageiro terá de pagar por duas vezes taxas de transporte, quando presentemente pagava apenas uma vez, dado que a viagem internacional passa a ser um novo voo.
O voto, apresentado pelo Grupo Parlamentar do CDS/PP-M, foi aprovado por unanimidade e teve, inclusivamente, a associação do presidente da Assembleia Legislativa, Miguel Mendonça, que alertou estar em causa não apenas «uma questão financeira, mas também a mobilidade».
«Mais uma vez - diz o voto de protesto do CDS/PP-M - a TAP esquece os seus compromissos para com a Região e lesa, claramente, os interesses dos madeirenses e portosantenses».
«A Assembleia Legislativa da Madeira, directa representante do povo da Região, protesta contra a decisão da TAP de acabar com as ligações directas entre a Madeira e várias capitais europeias e apela ao Governo da República para que intervenha, garantindo melhores serviços da TAP à Região autónoma», conclui o voto dos centristas.
O PCP-M e o BE-M, por parte de Leonel Nunes e de Paulo Martins, consideraram também que o Governo Regional deveria ser mais agressivo na defesa das ligações aéreas entre a Região e o exterior.
«Ainda vão ter saudades da velhinha TAP», lembrou o deputado comunista.
Esta decisão da TAP foi hoje veiculada pelo Diário de Notícias do Funchal.
Diário Digital / Lusa
Frase da Semana
Rita Marques Guedes, jurista, "Diário Económico", 06-03-2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Uribe quer Chávez no TPI por "financiar genocidas"
O Presidente colombiano, Álvaro Uribe, anunciou ontem que vai interpor um processo no Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia contra o seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, por "patrocínio e financiamento de genocidas".Sondagem: Sistema partidário sem credibilidade
A maioria dos portugueses acredita que o actual sistema partidário “já deu o que tinha a dar”. Numa altura em que o director do Observatório de Segurança e Terrorismo, general Garcia Leandro, alerta para o perigo de “explosão social”, provocado por cidadãos indignados com a actual situação do País, uma sondagem do CM/Aximage demonstra que os portugueses consideram que o actual sistema partidário está em crise.Açores: Estatuto Político-Administrativo será aprovado na AR até Junho
O líder da bancada do PS no Parlamento açoriano manifestou-se convicto que a proposta de revisão de Estatuto Político-Administrativo dos Açores será aprovada pela Assembleia da República até Junho.A asneirada semanal!!!...
"Quem quer ter ilhas no Atlântico tem que pagá-las. Os madeirenses e porto-santenses se têm custos de insularidade, tem de ser o todo nacional a pagar". Nada de confusões!....
Só que com este tipo de discurso, não obrigado!...
«'Res-pública' passa a 'Primado da lei' »??!...
Essa mania, inquisitiva e ridícula de se apresentarem como os "ícones" duma moral perdida, salvadora desta terra é do mais absurdo que já vi e deverá ser caso único na história política deste País e desta terra.
terça-feira, 4 de março de 2008
Este blog vai mudar!...
domingo, 2 de março de 2008
Detalhes de ética política
O que conta cada vez mais não é a substância, mas a forma, não é a consistência mas a estatística1. Nos interstícios dos factos políticos, às vezes sugeridos ou alimentados pela "arte"do Governo, outros assuntos de importância para as pessoas passam ao lado ou são apenas perceptíveis em "detalhes". Seleccionei três que revelam que o que conta cada vez mais não é a substância, mas a forma, não é a consistência, mas a estatística, não é a verdade técnica, mas a mentira política.2. O primeiro tem a ver com a nova incidência do IVA sobre a contribuição para o audiovisual a pagar na factura da electricidade. Ao tentar justificar esta medida, o ministro Santos Silva disse candidamente que tal "resulta da lei"... Lei que estabelece que estão sujeitas a IVA as transmissões de bens e as prestações de serviços efectuadas a título oneroso. Alguém, com boa-fé, acha que a contribuição obrigatória para o audiovisual (taxa obrigatória na factura de electricidade, independentemente de o seu titular possuir aparelho de rádio ou de televisão) é "uma transmissão de um bem ou uma prestação de serviço"? Trata-se de uma nova e insólita carga tributária, ao arrepio de todas as normas de bom senso e razoabilidade fiscais. Dir-se-á que o que está em causa não merece muita atenção, pois apenas se trata de lançar o IVA a 5% sobre a referida taxa, o que, embora no total vá render ao Estado mais de seis milhões de euros, implica apenas mais 9 cêntimos por mês para os consumidores de energia. Uma insignificância para o Governo que, ao mesmo tempo, considera 68 cêntimos de acréscimo das pensões um significante aumento. Mas a questão é de princípio. É um espelho de como o Estado trata os contribuintes. Numa qualquer alínea perdida num mar de remissões da lei orçamental, à socapa, o Governo lança mão de uma nova e original forma de onerar as pessoas: lança um imposto sobre uma taxa. Original, sem dúvida, ilegítimo, por certo. O Tribunal Constitucional concorda? E o que pensa o provedor de Justiça?
3. Noutro âmbito, o Governo pôs de lado o regime complementar de pensões que resultaria de um tecto contributivo e, em aparente compensação, anunciou os certificados de reforma, uma espécie de PPR do Estado. Está no seu direito. Agora não pode é passar para a opinião pública a ilusão de que se trata de um alternativo e ousado regime complementar. Os trabalhadores continuarão a descontar para a Segurança Social sobre a totalidade do seu salário e o Governo concede-lhes "magnanimamente" a possibilidade suplementar (e não complementar) de aplicarem mais 2% a 6% do salário num PPR do Estado. Passando o Estado a operar no mercado, seria expectável haver regras de sã concorrência com os produtos similares de aforro. Quem fizer no Estado um segundo PPR, tem um desconto no IRS, mas se esse segundo produto for feito no mercado já não o tem. Aliás, este incentivo vai beneficiar, mais uma vez, quem tem forte capacidade de poupança. Não se imagina um trabalhador com um salário mediano a aumentar o seu desconto para além dos 11% que hoje já a Segurança Social lhe leva. E como os benefícios fiscais não são gratuitos, a restrita minoria que deles vier a beneficiar será financiada pela esmagadora maioria dos que não o podem fazer.E qual a entidade que vai supervisionar estes "novos PPR", ou será que o Estado, para si, dispensa tal prática prudencial? E vão sujeitar-se às mesmas exigências dos outros PPR e Fundos de Pensões, no que se refere a margens prudenciais de solvência, de garantia e de limites materiais de composição da carteira dos activos financeiros que suportam aqueles produtos? Ou serão esses activos meras "sucursais" da dívida pública? E quem vai suportar na totalidade as cargas de gestão, venda e resgate: os subscritores ou os contribuintes da Segurança Social? E como pode o Governo anunciar, com ligeireza, risco zero (induzindo erradamente as pessoas), quando vai ter que investir em activos de mercado? Não é o executivo que acaba de adoptar uma cínica via de morte lenta e de alteração de legítimas expectativas dos detentores de certificados de aforro, o mesmo que se diz às pessoas para adquirirem certificados de reforma... "sem risco"?
4. Mais um auto-elogio do Governo a propósito da diminuição da taxa de pobreza de 20% para 18%. O primeiro-ministro e o MSST apressaram-se a dizer quanto esta diminuição era fruto das medidas sociais do executivo, como a elevação do salário mínimo e "algumas medidas de natureza fiscal do executivo" (sic!!!). José Sócrates entusiasmou-se mesmo com o "efeito fundamental" (sic) do complemento solidário para idosos, criado em 2006, para 300.000 pessoas, mas que só abrange restritivamente 60.000. Aquela melhoria revelada pelo inquérito do INE realizado em 2006 teve por base, como sempre, o rendimento das famílias inquiridas no ano anterior. Ou seja: na verdade, a taxa de pobreza desceu de 20%, em 2003, para 18%, em 2005... e não em 2006, como Sócrates proclamou! 5. Eis três exemplos de como hoje se governa. Com malabarismos, usando e abusando da natural ignorância das pessoas em certas matérias, aproveitando a impreparação de parte significativa da comunicação social. Sobranceiramente, acham que vale tudo.
Eleições na ordem dos Arquitectos
É com muita pena que tive conhecimento da derrota do meu Professor, nas eleições para a Ordem dos Arquitectos.A avaliação dos professores
Como se pode avaliar professores, quando o Estado sistematicamente os "deseducou" durante 30 anos? Como se pode avaliar professores, quando o ethos do "sistema de ensino" foi durante 30 anos conservar e fazer progredir na escola qualquer aluno que lá entrasse? Como se pode avaliar professores, se a ortodoxia pedagógica durante 30 anos lhes tirou pouco a pouco a mais leve sombra de autoridade e prestígio? Como se pode avaliar professores, se a disciplina e a hierarquia se dissolveram? Como se pode avaliar professores, se ninguém se entende sobre o que devem ser os curricula e os programas? Como se pode avaliar professores se a própria sociedade não tem um modelo do "homem" ou da "mulher" que se deve "formar" ou "instruir"?Sobretudo, como se pode avaliar professores, se o "bom professor" muda necessariamente em cada época e cada cultura? O ensino de Eton ou de Harrow (grego, latim, desporto e obediência) chegou para fundar o Império Britânico e para governar a Inglaterra e o mundo. Em França, o ensino público, universal e obrigatório (grego, latim e o culto patriótico da língua, da literatura e da história) chegou para unificar, republicanizar e secularizar o país. Mas quem é, ao certo, essa criatura democrática, "aberta", tolerante, saudável, "qualificada", competitiva e sexualmente livre que se pretende (ou não se pretende?) agora produzir? E precisamente de que maneira se consegue produzir esse monstro? Por que método? Com que meios? Para que fins? A isso o Estado não responde.O exercício que em Portugal por estúpida ironia se chama "reformas do ensino" leva sempre ao mesmo resultado: à progressão geométrica da perplexidade e da ignorância. E não custa compreender porquê. Desde os primeiros dias do regime (de facto, desde o "marcelismo") que o Estado proclamou e garantiu uma patente falsidade: que a "educação" era a base e o motor do desenvolvimento e da igualdade (ou, se quiserem, da promoção social). Não é. Como se provou pelo interminável desastre que veio a seguir. Mas nem essa melancólica realidade demoveu cada novo governo de mexer e remexer no "sistema", sem uma ideia clara ou um propósito fixo, imitando isto ou imitando aquilo, como se "aperfeiçoar" a mentira a tornasse verdade. Basta olhar para o "esquema" da avaliação de professores para perceber em que extremos de arbítrio, de injustiça e de intriga irá inevitavelmente acabar, se por pura loucura o aprovarem. Mas loucura não falta.
Venezuela: Hugo Chavez retira representação diplomática da Colômbia e coloca tanques na fronteira
O Presidente venezuelano Hugo Chavez ordenou hoje o regresso a Caracas de toda a representação diplomática da Venezuela na Colômbia e ordenou ao ministro da Defesa a colocação de tanques na zona de fronteira com o país vizinho em retaliação por aquilo que considera ser uma violação da integridade territorial do Equador por patte do Governo Colombiano. Ontem as forças armadas colombianas mataram o número dois das FARC, Raul Reyes, numa operação aérea na fronteira equatoriana."Ordeno a retirada imediata de todo o nosso pessoal da embaixada em Bogotá. Que se feche a embaixada", declarou Chavezdando assim instruções directas ao ministro da Defesa Gustavo Rangel Briceno que envie para a zona de fronteira com a Colômbia "dez batalhões"."Ordeno que a aviação militar se coloque. Não queremos a guerra mas não vamos permitir ao império nem ao seu cachorro que nos enfraqueça", adiantou Chavez, referindo-se aos Estados Unidos e ao Presidente colombiano Álvaro Uribe.Chavez advertiu ainda que uma operação militar colombiana em território ou espaço aéreo venezuelano, como a que aconteceu ontem no Equador, constitui uma "causa de guerra".O conflito entre Uribe e Chavez intensificou-se depois do Presidente colombaino ter recusado a oferta de Chavez para mediar as conversações com as FARC, em Novembro passado, invocando ingerência nos assuntos nacionais colombianos.Fonte: Público
Nova lei que dispensa licença nas obras em casa em vigor a partir de amanhã
As obras em casa não precisam de licença camarária a partir de segunda-feira e quem assinar os projectos pode ficar até quatro anos sem exercer se violar as regras urbanísticas, segundo a nova legislação.O novo Regime Jurídico da Urbanização e Edificação reduz o controlo administrativo dos licenciamentos, mas reforça a responsabilidade dos promotores e técnicos responsáveis pelos projectos e o peso das multas, que podem ir até aos 450 mil euros."Há uma total mudança de paradigma. Passa-se de um clima de desconfiança e de um sistema burocrático responsável pela má construção e por atrasos enormes em projectos importantes para um sistema de controlo diferente", disse o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita.O governante destacou ainda a utilização das novas tecnologias e a criação de um gestor de procedimento, responsável por todas as fases da obra e por assegurar o cumprimento dos prazos. "Agora há a possibilidade de apresentação de projectos por via electrónica e há um gestor de procedimento, que é a pessoa responsável a quem deve recorrer o promotor do projecto. Antigamente sabíamos que o projecto estava na câmara, mas não se sabia bem em que fase", esclareceu.A nova legislação dispensa de licença, por exemplo, as obras em casa desde que não alterem a estrutura do edifício, a cércea ou os telhados. Já os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias precisam apenas de uma comunicação à autarquia."Estes princípios - simplificar, descentralizar e usar as novas tecnologias - vão ser referência para a reforma do licenciamento industrial, que entrará em discussão pública em Março, e para a reforma do licenciamento agro-pecuário", afirmou o secretário de Estado.Vistorias com novas regrasTambém há mudanças nas vistorias das autarquias às obras. Até agora, as licenças de utilização das casas implicavam uma vistoria da Câmara, que passa apenas a ser necessária nos casos em que o técnico da obra não assume um termo de responsabilidade. Nessas situações, as autarquias passam a ter também um prazo máximo de 20 dias para a fiscalização. Se o município não enviar os técnicos a tempo o projecto fica automaticamente aprovado.Dependentes de licença ficam as obras de reconstrução, ampliação ou demolição de edifícios que façam parte do património, o mesmo acontecendo com os prédios situados em zonas históricas ou protegidas, que merecem uma maior atenção e vigilância por parte das câmaras municipais. Todas as obras de alteração das fachadas dos prédios e operações de loteamento são igualmente obrigadas a licença camarária, assim como as obras de urbanização em terrenos que não são abrangidas por loteamentos.Nos casos em que a obra obriga a consulta da Administração Central - por estar em zona de Reserva Ecológica, perto de um leito de rio ou de um monumento classificado - esse pedido de parecer ocorre ao mesmo tempo em todos os organismos. "Antes os processos andavam de entidade para entidade para parecer. Agora a consulta faz-se ao mesmo tempo, sendo coordenada pela respectiva Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). Em caso de divergência de pareceres é à CCDR que cabe concertar a posição do Estado", explicou Eduardo Cabrita.Para que tudo funcione via electrónica o Governo está preparar uma plataforma informática para facilitar a relação entre municípios, CCDR's e os restantes serviços da administração central. "Algumas autarquias já têm sistemas informáticos que funcionam muito bem, outras estão a adaptar-se e a plataforma informática vai melhorar a relação das autarquias com os serviços do Estado", sublinhou, sem revelar o custo do investimento feito.Eduardo Cabrita explicou ainda que nas áreas onde o cartão do cidadão já funciona em pleno a via electrónica pode ser usada para viabilizar projectos. "Vamos avançar mais rapidamente com os cartões do cidadão nos casos de autarcas e projectistas a até ao Verão será estendido a todo o país".sábado, 1 de março de 2008
Quem diria!!!...
O ex-candidato a Presidente da República e dirigente do PCTP-MRPP, Garcia Pereira, vai defender Paulo Portas no processo judicial contra o ministro da Agricultura, Jaime Silva. O anúncio foi feito ontem pelo próprio líder do CDS-PP, que elogiou a combatividade do advogado, apesar das “diferenças ideológicas”.Temos um Primeiro Ministro que é um verdadeiro nojo!...
Fica aqui a cronologia do debate entre o Deputado Paulo Portas e o Primeiro Ministro José Sócrates:
10h56 Paulo Portas foca-se primeiro nas medidas agro-ambientais e introduz depois no debate a polémica que ocoreu esta semana com Jaime Silva. «O ministro da Agricultura insinuou que dois ministros do CDS tinham defraudado a lei no caso Portucale», diz depois acrescentando que Nobre Guedes foi ilibado e Telmo Correia não passou de testemunha. Acusa Jaime Silva de difamar adversários e critica o silêncio de Sócrates sobre essa situação.
10h59 O primeiro-ministro repete que o Governo já pagou 80% das medidas agro-ambientais e que pagará o restante até ao fim de Maio. «Não há caloteiros e conversa de taberna costuma ser utilizada pelo senhor deputado».
11h01 «Eu usei a expressão política de calote, não usei a palavra caloteiro», dispara Paulo Portas. E diz que o primeiro-ministro tinha prometido pagar até Março. O deputado diz ainda que Sócrates usa o medo como política. «Quem recorre à brigada da calúnia é responsável pela crispação que existe em Portugal». Diz depois: «Ao não desmarcar-se das afirmações de Jaime Silva, ficamos a saber de onde vêm as afirmações».
11h05 Jaime Gama pede a Paulo Portas para terminar a intervenção por ter excedido o tempo.
11h05 Sócrates diz: «Pensei que ia anunciar que me ia pôr um processo» e diz que também Paulo Portas o caluniou na sua intervenção. Afirma de seguida que «este Governo é honesto». Diz que queria pagar aos agricultores até Dezembro, mas «não foi possível», salientando que pagou 80% e pagará o restante até Março, sendo que o prazo só termina em Junho. Sobre o medo diz que ainda pensou que o deputado fosse anunciar algo contra ele, acusando-o de fazer insinuações.
11h10 Paulo Portas pede a Jaime Gama para entregar o diário das sessões de Ferro Rodrigues e outros líderes do PS a usarem a expressão calote.
Fonte: SOL
O caso do Desenhador da Câmara Municipal da Ribeira Brava
Esta semana li no DN-Madeira, quer a acusação, quer a defesa do mais recente caso levantado pelo Vereador do PS, Rui Caetano, na Ribeira Brava.
