sábado, 14 de fevereiro de 2009

A democracia de alguns!...

Por estes dias vi um certo senhor deputado que se diz agora socialista e que tem também um blog, a contestar o formato que a RTP-M, usa para debater política e outros temas de interesse regional, visto que segundo este senhor, o formato actual não é de forma alguns plural e democrático.



Até aqui qualquer um de nós até concorda!...


Mas, quando a ilustre figurinha julga no alto da sua "sapiência" e arrogância que este debate de ideias só pode ser feita entre o PSD e o PS, bom apetece-me!...


E o resto dos Partidos democráticos desta terra?...


Pergunto afinal onde esta a tal pluralidade?...


Onde esta a diversidade de pontos de vista enriquecedor?...


Pois para estas "mentes brilhantes", só há democracia desde o PSD até o PS e mais nada!...


Mas, no tempo em que o dito cujo estava nas graças do poder nem ao PS se calhar dava "milho"!!!...


Pois é a democracia de alguns!....


Só espero que Deus nos livre de ter esses senhores algum dia a mandar nesta terra!... Já não sei quem seria pior!...




"My Asian Movies" - 2ª edição do concurso

Caros amigos, o bloguista Jorge Soares do Blog "My Asian Movies", lançou por estes dias a segunda edição do concurso do seu blogue. Os prémios desta vez são mais aliciantes, assim como a competição será mais prolongada.

Para todos os interessados fica aqui o link": http://www.shinobi-myasianmovies.blogspot.com/.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

"Cortando Fundo": Afinal o que é que a Igreja Católica disse??!...

De facto hoje tudo o que é blogs conotados com a esquerda defensora dos "casamentos homossexuais", correu a censurar e a "malhar" "forte e feio", na Igreja Católica por esta ontem reafirmar a sua posição de sempre sobre esta matéria.

De facto, alguns desses blogs consideram excessiva a posição da Igreja Católica sobre os "casamentos homossexuais", esquecendo-se se calhar que as suas reacções na grande maioria dos casos também é excessiva.


Tendo em conta a tentativa de descredibilização e de "diabolização", em torno da posição OFICIAL de sempre da Conferência Episcopal Portuguesa, acho um dever cívico colocar cá parte daquilo que foi a reacção da Igreja Católica Portuguesa, a promessa de José Sócrates, de instituir os "casamentos homossexuais" em Portugal, se for eleito novamente Primeiro Ministro.


Ao que consegui ler em diversa comunicação social e nomeadamente no JN, a CEP referiu que considera "O casamento e a família como instituições que não são substituíveis por outras associações, lembrando que a Constituição da República, defende o casamento como uma união heterossexual".


A CEP também refere que "a Igreja respeita, acolhe e condena toda a discriminação que se faça a esse respeito, mas essa vontade de integração e de não discriminação não dá direito a tudo, adiantando que a Igreja e a Constituição defendem o casamento único e insubstituível".


Assim sendo, o Pe. Manuel Morujão "admite que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma ameaça à sociedade, defendendo para casos diferentes, soluções diferentes".


E tendo em conta o que o PS e José Sócrates possa vir a defender, a CEP refere que "o PS, quererá ter o desejo de enquadrar a todos, de dar um enquadramento legal a pessoas que têm tendências diferentes do comum, sendo que a Igreja defende que assim seja, mas "não em detrimento da família e do casamento".


Sendo que em jeito de conclusão, a CEP refere que "quem propõe isto não quer ameaçar ninguém. Penso que será com bons propósitos, mas é uma falácia, um engano. É acenar com uma bandeira facilitista e, ao fim ao cabo, desestruturando a sociedade. Porque a sociedade não consegue ser o que deve ser sem estas traves mestras que são o casamento e a família", acrescentando que os casamentos homossexuais são uma "questão de vanguarda, não sei se de direita se de esquerda", mas " é uma vanguarda desfocada que leva por um caminho antropologicamente errado". Para finalizar dizendo "e quando chegar a altura de votar, diz acreditar que os cristãos "tomarão as suas conclusões", porque "não é fiável quem se mete por estas aventuras em que a sociedade portuguesa fica exposta a feridas que são profundas".


O Pe. Manuel Morujão diz que há "outras prioridades" sobre as quais os políticos "se deveriam empenhar", como sejam a crise e o apoio às famílias. E acredita que "as bases" da Igreja se movimentarão para esclarecer os cristãos, "não contra ninguém" mas a favor de uma causa fundamental que é o casamento", frisou.


Assim sendo não consigo entender o porque de certos sectores da esquerda estar escandalizada com este posicionamento da CEP, que não é nova e que tendo em conta a matriz que a sustenta, não poderia reagir doutra forma!...


Tudo o resto é já propaganda para tentar ganhar vantagem, descredibilizando a Igreja Católica e fazendo passar a ideia de que esta quer entrar no âmbito da actividade política para condicionar este ou outro qualquer governo, o que é manifestamente uma GRANDE MENTIRA!...

Frase da Semana:

"O jornalista ' puro' não deveria, segundo tal ordem de ideias, militar num partido, ser associado ou adepto de um clube desportivo, sócio de um sindicato, ter interesses ou opinião sobre o que quer que seja, ou mesmo votar, isto é, haveria de ser um extraterrestre, ou um 'castrato'".


Manuel António Pina,




__________


Vamos ver o que dirá certa gente sobre isto?!!!...


"O Sócratin dos Bosques" (?!)

Pois é o ainda Primeiro Ministro e que será de certeza o candidato do PS as Eleições legislativas, começa a fazer as suas novas promessas (mais umas que não vai cumprir, vão ver!).

A poucos dias atrás prometeu "limitar as deduções fiscais dos mais ricos, para poder aliviar a carga fiscal da classe média." Numa espécie de "Robin dos Bosques", só que a "Sócrates"!...




Com esta nova promessa muitos de nós ficamos desconfiados e com razão!... Primeiro porque ninguém sabe ao certo o que é que este senhor considera por ricos e muito menos sê sabe o que este considera por classe média!...


Ainda mais quando todos nós temos a noção que foi com o Governo de Sócrates que a classe média quase que desapareceu neste País, pois foi esta a classe que mais ficou penalizada em termos fiscais.


Porém o Líder do CDS, já estudou essa "maravilha de promessa" e verificou que afinal esta promessa só prejudica mais quem trabalha, porque afinal dificulta aos contribuintes da classe média baixa à classe média alta, que estes possam subir legitimamente na vida.


Mas Portas não só critica como avança com uma solução alternativa, mais justa e mais eficaz e que passa por criar um modelo de IRS mais simplificado, com três escalões e com menos imposto a pagar para a maioria das pessoas, em que a contribuição seja calculada em função do número de filhos e em que as deduções sejam substituídas por um "valor de existência familiar".


E como afirmou Paulo Portas, esta proposta «é mais simples, mais competitiva, mais transparente e mais justa» e «permite uma espécie de via verde, de auto-estrada para o progresso" porque quem trabalhar mais «fica com mais rendimento para si».


Esta é de facto uma proposta séria, responsável e não uma proposta como aquela apresentada pelo José Sócrates, que nem os seus pares acreditam!...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A JSD-M e novamente a questão dos Passes dos Estudantes

Li hoje no Jornal da Madeira que a JSD-M, através da sua Líder, veio recordar a introdução de melhorias para os que não tinham apoio social, no transporte para os estabelecimentos de ensino na Região.

Atrevo-me a dizer que esta conferência de imprensa quase que seria uma tentativa de responder as questões que no fim da semana passada aqui coloquei sobre este assunto.


Só que ao contrario do que eventualmente possa pensar a Dra. Vânia Jesus, a sua conferência de imprensa demonstra que afinal eu tinha razão. A JSD-M, não tem a mesma coragem, nem trata por igual os Estudantes Madeirenses, porque quando toca a defender os que estão lá fora (Continente e Açores), há da parte destes uma pressão mais forte para se tentar resolver o problema dos transportes aéreos (não olhando aos meios financeiros envolvidos), porque quem pagaria, não seria o seu Governo Regional, que como nós todos sabemos é PSD.


Mas quando se trata, dos jovens estudantes que estudam cá na Região, aí a pressão a colocar tem de ser mais "reduzida", para não incomodar o seu Governo!...


Por isso, mantenho o que disse e até reforço!... A JSD-M, discrimina os Estudantes Madeirenses!...


Por isso, por muito que tentem, as medidas actualmente em vigor em pouco ou quase nada resolveram os problemas dos Jovens Estudantes na Região e por muito que tentem, não é possível esconder que tais medidas não passam de mera cosmética, para calar a "boca do Povo", mas não calam!...


Lembrem-se que quando a liberalização aérea chegou, os preços das viagens aéreas eram extremamente elevados e que os actuais preços representam uma redução substancial nos valores anteriormente praticados, não significando isso, que os valores e o sistema actual sirva os interesses dos Estudantes deslocados!...


Pelo que não venham com a conversa das reduções de 40% ou de 50% para justificarem o injustificável!... Muito ainda há a fazer, muito ainda tem de baixar, porque os preços e o sistema em vigor, tal como nas viagens aéreas não servem os interesses dos Jovens Estudantes Madeirenses!...


Em abono da verdade, estas situações tem passado ao lado de todas as estruturas políticas de juventude nesta terra, pelo que a critica deve ser também dirigida a todas.


Façam mais!...


É para isso que existem!....


Pressionem mais!...

Mais umas palavrinhas ao Miguel!...

Caro Miguel,

Importa tendo em conta que é saudável uma discussão de pontos de vista entre pessoas que apreciam a liberdade e a democracia, esclarecer questões que possam por em causa um civilizado e continuo debate de ideias.


O Miguel pensou mal, quando achou que tive a intenção de envolver na discussão que temos vindo a ter "sentimentos e questões fisiológicas" (?), que muito sinceramente não sei onde as foi buscar!...


Quanto a questão do Miguel ser "socrático" ou não, é a partida algo que é assumido quando nos seus contínuos "post", o Miguel separa a "malta" entre os "anti-socráticos" e os "socráticos", pelo menos é a interpretação que dou!... Assim sendo logicamente tenho de partir do principio que estou a lidar com um socrático e que eu (um não socialista) sou um anti-socrático, certo?!...


Colocando de parte os "socratismos" logicamente que nunca quis questionar a sua "alma" socialista, isso nem me passou pela cabeça!...


Mas tenha calma Miguel!...


Tal como não duvido do seu socialismo, também não faça confusões sobre a minha postura política dentro do CDS. Sempre fui (e aqui sou muito coerente, sem que isso signifique "imobilismo"!) "portista", no sentido de que julgo e sempre julguei, que Paulo Portas é o homem que melhor esta preparado no CDS para governar Portugal.


Quanto ao meu apoio pontual ao Dr. Ribeiro e Castro, se acompanhou o meu blog por esses tempos poderá verificar que este foi o único candidato que nesse momento mereceu o apoio não só meu mas de muitos outros "portistas", por ser o único que tinha nessa altura um projecto político na defesa dos interesses dos Portugueses e do próprio CDS. Não me arrependo e se hoje se repetisse tal situação, o meu apoio seria o mesmo.


Não sou "portista" cego, nunca apoiaria ninguém lá porque tenha sido indicado por Portas, pelo simples facto de ser ele a apoia-lo, não o faria!... E foi isso que aconteceu em relação ao Telmo, que julgo no momento em que foi a votos com Ribeiro e Castro, não estaria tão disponível para o Partido como parecia!...


Uma coisa garanto-lhe (e vai ver isso se calhar em breve!), sou sim um democrata-cristão e não um seguidista incondicional de ninguém. Posso não trazer para fora do Partido o que penso da vida interna e das opções tomadas, mas não deixo de ser critico com quem tenho de o ser, nos locais próprios, quando tem de ser. São formas de estar na vida!... Respeito a sua!...


Ahh!... Esteja descansado que o que escrevo por cá, não tem nada a ver com a proximidade eleitoral prevista para 2009, porque Roberto Rodrigues, a partida não será candidato em nenhuma eleição!...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ahhh!... Esta a blogoesfera anti-sócrates viu!



Para os recém convertidos ao "socratismo", fica aqui um vídeo interessante do tempo em que o Eng. José Sócrates estava na oposição.

Um pérola da COERÊNCIA!...

Retirado deste blog.

Quem quiser fazer de conta?!!...

O bloguista Miguel Fonseca, convertido recentemente ao "socratismo" e se calhar ao "gouveismo", ficou pelos vistos muito irritado por ver um democrata-cristão e um "portista" (de clube e de partido) ferrenho, fazer as referências que eu fiz ao Mário Crespo (talvez um social democrata "cavaquista" e "jardinista", que sinceramente não sei se o é!), relativamente a um artigo de opinião, que considero muito bem feito tendo em conta a forma como este evidenciou as marcas da governação "socrática" deste PS!...

Indiferentemente se o homem é ou não social-democrata, crente "cavaquista" ou "jardinista", o que para mim importa é que o texto em questão é um excelente retrato da governação de José Sócrates, gostem ou não!...


Garanto-lhe Miguel, que se o artigo fosse feito por um comuna ou um bloquista teria o mesmo tratamento!...


E mais, se o bloguista Miguel escrevesse um texto semelhante sobre a governação social-democrata também aqui teria o mesmo destaque, como já teve no tempo em que os seus alvos eram JCG e o PS-M!...


Aqui são todos tratados da mesma forma!...



Um grande artigo de opinião que deve ser lido por TODOS!...

De facto ninguém até hoje soube colocar e retratar tudo aquilo que envolve e caracteriza este Governo da República como agora o Mário Crespo o colocou. O artigo de opinião por ele assinado hoje no Jornal de Notícias é de tirar o chapéu!...

É um texto que não deve passar ao lado e deve ser lido por TODOS os Portugueses.


Fica aqui o excelente texto intitulado "Está bem... Façamos de Conta"


«Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.»

É melhor não dar importância ao que não se deve!...

Recebi a pouco um "e-mail", a solicitar-me uma posição clara minha e do meu Partido sobre as declarações "xenófobas", do Dr. Alberto João Jardim, que na passada semana referiu que é tempo de «dar prioridade ao emprego às pessoas da nossa terra que dele carecem. Nós já não estamos no pico de obras do ano 2000 em que foi preciso importar bastante mão-de-obra, agora trata-se de dar resposta à mão-de-obra madeirense».

Sobre isto não quis pronunciar-me porque entendo que há intervenções políticas que não devem ser comentadas para não lhes dar a visibilidade que os seus autores querem que lhes seja dada. Por uma simples razão. São autênticos disparates, loucuras sem sentido, que só prejudicam ao nosso Povo e que de forma alguma espelham o pensamento da grande maioria dos Madeirenses, que neste caso concreto, são familiares de muitos emigrantes madeirenses ou então eles próprios já o foram.


Eu como filho de um ex-emigrante, como é evidente discordo desta frase, não faz qualquer sentido, sendo que também entendo não fazer sentido fazer grande alarido com frases que não representam nada!...


Dar eco destas loucuras é dar importância ao que não se deve e que só serve para distrair as pessoas sobre os reais problemas da nossa terra, que como se sabe passa por momentos terríveis com o desemprego a subir todos os dias e os ordenados em atraso, a por em causa o sacrifício de anos de muitas famílias de ter uma habitação própria.


É sobre isto que AJJ não quer que se fale é sobre isto que ele "joga" areia todos os dias, na tentativa clara de esconder a crise que faz com que muitos Madeirenses ponderem novamente emigrar, quando aos olhos de qualquer um é possível ver a falência do modelo social-democrata que governa a Madeira.


Por isso não contem comigo para fazer alarido com estas coisas!... Isso é com a malta da esquerda!...


Sobre o que pensa o CDS/PP, essa pergunta devem faze-la directamente ao Partido, visto que este blog é pessoal e intransmissível e não responde pelos outros!...




"O TERRÍVEL ERRO ESTRATÉGICO"

O sr. primeiro-ministro tem uma qualidade que até os adversários lhe reconhecem: sabe de política. Por isso é tão triste vê-lo cometer um erro grave que nos custará muito caro: a aposta nas obras públicas para enfrentar a crise.
O Governo dirá com razão que essa não é a prioridade, pois nem vem mencionada na Iniciativa para o Investimento e o Emprego. Mas, como sabe bem, a questão é política, não técnica. O Executivo permitiu a colagem desses grandes projectos à sua imagem. Aliás o primeiro-ministro não se cansa de repetir que "o Estado está a reforçar o investimento público, porque sabe que o combate à crise passa por aqui, que há muitas pessoas e empresas cuja actividade depende deste investimento" (Lusa, 31 de Janeiro).
Mas não será uma boa ideia? Afinal, em plena derrocada financeira, os governos de múltiplos países enveredam por essa via. Qual é o mal de avançar com o TGV, aeroporto de Lisboa, auto-estradas, barragens, etc.?
O erro é muito grave por três razões diferentes. A primeira é política: transforma Sócrates num anti-Guterres. O Governo do PS dos anos 90 apresentou-se ao eleitorado com uma crítica aberta ao "betão" do período cavaquista. A alegada obsessão do PSD com as estradas e infra-estruturas era uma tolice que não servia as pessoas; os socialistas governariam com objectivos mais humanos. Hoje vive-se a inversão de papéis e retóricas, com PS e PSD a atacar o que então defendiam. Esta situação afecta muito mais o Governo que a oposição, com Sócrates a sofrer as críticas que ele e os correligionários usaram há 15 anos.
A segunda razão é económica, transformando Sócrates num anti-Cavaco. Existe uma diferença fundamental entre o betão cavaquista e o socrático: a lógica económica. Nos anos 80, o País estava atrasado e carente de infra- -estruturas. Hoje, após 20 anos de investimentos públicos, restam poucas obras com real justificação. Os projectos de que se fala implicam auto-estradas vazias, comboios às moscas, um excelente aeroporto deitado fora.
O erro económico de José Sócrates está em acreditar que o investimento público é bom em si mesmo. O primeiro-ministro demonstra uma fé cega na virtualidade imperativa dos projectos: basta anunciá-los e gastar dinheiro para a economia arrancar. Esquece que todo o dinheiro que gasta vai tirá-lo ao bolso dos contribuintes. Tal como o investimento privado, os projectos do Estado têm de ter utilidade e justificação. Aliás até têm de ter mais, pois usam o dinheiro dos pobres. Apostar milhões em obras faraónicas nunca resolveu nenhuma crise.
Pior ainda, na ânsia de realização, esquecem-se os custos lançados sobre as próximas gerações. Além das enormes despesas de manutenção, ao garantir aos concessionários das futuras auto-estradas mínimos de tráfego que nunca vão ser cumpridos, o actual Governo hipoteca os orçamentos nacionais no horizonte previsível. Tal política raia os limites da infâmia.
Este elemento liga-se ao terceiro aspecto do erro governamental, que é financeiro. Com esta estratégia, Sócrates arrisca-se a aparecer como... anti-Sócrates! Se Guterres era o campeão contra o betão, o actual primeiro-ministro apresentou-se como o defensor do rigor orçamental. O grande feito da legislatura foi a redução do défice público de mais de 6% para menos de 2,5% do PIB. Agora, no último ano, pode regressar a níveis próximos dos que encontrou.
Em momento de crise financeira seria tolice preocupar-se com o equilíbrio das contas. Esta é a altura de o Estado se endividar, como todos os parceiros fazem e o permite o Pacto de Estabilidade. Mas com a sua abordagem o Governo não cria apenas um défice conjuntural. Ao privilegiar as obras de longo prazo, em vez de descer impostos ou dar subsídios, Sócrates compromete a solidez estrutural das contas públicas. Após a crise, o próximo primeiro-ministro, quem quer que seja, repetirá o que o actual Governo teve de dizer em 2005 sobre austeridade. O erro de Sócrates é o mesmo de Guterres: bloquear com dívidas o próximo surto de crescimento económico.

João César das Neves - Professor universitário

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Como Sócrates continua a enganar aos Portugueses

Vi hoje a pouco um especial de informação da TVI, denominado "Repórter TVI - A Promessa de Um Filho", que deixou-me no mínimo perplexo, tendo em conta que teimosamente o nosso Primeiro Ministro continua a brincar com as pessoas e em especial com as esperanças das pessoas. Mente descaradamente e engana como ninguém!...



2008 já lá foi e nada!...


E como podem ver na peça da TVI, existem entre 400 mil a 500 mil casais portugueses que esperam e desesperam por um apoio do Estado para tratar esta doença. O pior é que o Estado faz vista grossa a isto quando sabemos que o nosso País tem uma das taxas de natalidade mais baixas da União Europeia.


Além disto fiquei escandalizado ao ver na peça que o Estado não comparticipa nenhum dos medicamentos necessários ao combate destas doenças e os tratamentos no sistema Pública pode facilmente ultrapassar os 2500 Euros, sendo que no sistema privado chegam a ultrapassar os 5000 Euros, sem esquecer que em média um casal leva mais de 2 anos para iniciar o tratamento, visto a longa lista de espera que existe nos hospitais portugueses. Inacreditável!....


Este País de facto vai de mal a pior!... Apoia-se o aborto com a facilidade que conhecemos, mas quando toca apostar claramente na vida e na natalidade este País governado pelo PS, espera e desespera!...


Ainda por cima estes casais depois de vários anos a tentar ter um filho, vendo que o tempo passa e que não conseguem, quando tentam uma adopção a partida tem de esperar pelo menos 4 anos, fora as restantes condições e restrições que ainda hoje quase que tornam a adopção neste País quase impossível.


Assim de facto não vamos lá!....


Tiren-me deste filme!...


Ponham este Sócrates na rua!....


Grande mentiroso!...


Quantas promessas já fez e que não cumpriu?!... Alguém sabe?!...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A frase da Semana vai para Jaime Ramos!...

Ontem quando confrontado pela comunicação social, o Deputado líder Parlamentar do PSD-M, Jaime Ramos, sobre o que achava das declarações do também Deputado social-democrata e que na qualidade de responsável máximo da FAMA (Fórum da Autonomia da Madeira), que mais uma vez pediu ao Presidente da República a exoneração do Representante da República nesta Região Autónoma, o sr. Jaime Ramos afirmou o seguinte:

FAMA??!... Que é isso??!... Isso não existe!... Não comento!...


Por isso e para mim, esta constatação do Líder Parlamentar do PSD-M, para além de afirmar o que todos nós já sabíamos de que a FAMA não passa duma associação fictícia que se calhar não tem mais do que três associados, demonstra que nem o próprio PSD-M, já nem liga ao já caduco sr. Gabriel Drumond, que deveria dedicar-se a agricultura e a cuidar dos netos, se é que os tem!...


Também esta frase (que é para mim a frase da semana!), é a certidão de óbito que faltava para dar fim a esta associação estranha que muito envergonhou os Madeirenses. Até que enfim alguém teve a coragem de o fazer!...


Parabéns ao sr. Jaime Ramos!...


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sondagens sobre o caso "Freeport", as leituras!...

Li hoje no blog "Mudar Portugal?", do bloguista Luís Melo, um "post" denominado "Partidarites e simpatias ", com o qual concordo plenamente e que responde as abusivas interpretações socialistas que temos vindo a ler na blogoesfera sobre este tema, na tentativa ridícula de minimizar as consequências deste caso no eleitorado, já com vista as próximas eleições. Sendo que esquecem o mais importante, os danos tremendos na já descredibilizada justiça portuguesa.

É também estranha a necessidade sentida por certa comunicação social portuguesa, que a "quente" quis saber já o que pensam os Portugueses sobre este assunto. O que poderá ser uma tentativa clara de a força, influenciar os eleitores. Não acham?!!...


Fica aqui o texto:


«Já disse aqui, que sondagens e estudos, valem o que valem, por serem muitas vezes encomendados. E portanto terem resultados que favorecem quem os pede.


No entanto, penso que posso tirar uma conclusão fidedigna do estudo que se apresenta, sobre o caso Freeport.


As pessoas acreditam ou não na inocência dos intervenientes, por convicções partidárias, por simpatia ou pelo que ouvem nos media. Em vez de pensarem, ponderarem e avaliarem - pelas suas cabeças - os dados, os factos, os cenários.


Esta conclusão é extremamente infeliz, e é a razão pela qual nunca um caso mediático como este, terá resolução em Portugal.»




Muito bem!...

Devo confessar que por diversas ocasiões já fui muito critico para com o Dr. Martinho Câmara, Vereador do CDS na Câmara da Calheta, e com o próprio CDS da Calheta, por entender que faziam uma oposição fraca ao PSD local. Mas hoje tendo em conta o que disse sobre a gestão Autárquica do Sr. Manuel Baeta, devo confessar que estou muito satisfeito por este meu companheiro ter caracterizado como devia a gestão desastrosa do PSD na Calheta. E por isso está de Parabéns!...

Fica aqui o texto do DN-Madeira com a notícia: "Calheta "esbanja milhões" e a população "conta tostões", em que o Vereador do CDS refere que é um "escândalo" o "novo-riquismo" de Manuel Baeta.


«"Os valores gastos com as iluminações de Natal foram um escândalo". É desta forma que a oposição camarária na Calheta classifica o quase meio milhão de euros gastos por ocasião do Natal.


Martinho Câmara não poupa críticas a Manuel Baeta. "Em vez de fazer investimentos, limita-se a esbanjar milhões numa altura em que as pessoas da Calheta teimam em contar os seus tostões". E, pior do que isso, "continua a assobiar para o lado como se nada estivesse a acontecer". Diz mesmo que "as prioridades da Câmara não se ajustam aos tempos de crise que correm", considerando que a mesma está "fora de sintonia da actual conjuntura".


O autarca centrista sustenta que, "afinal, o CDS tinha razão quando afirmou que esta Câmara limitava-se à gestão do dia-a-dia e à organização de eventos próprios de novo-riquismo", acusa. Ainda assim, diz não duvidar "da legalidade dos montantes em causa", mas diz-se muito reticente quanto "à legitimidade dos valores gastos".


Crítico com "algumas pessoas do PSD, que dizem que não sei o que isso é, nomeadamente quando se fala de crise", o vereador sem pelouro assegura que "agora as pessoas da Calheta sabem o tipo de governação que temos". Diz mesmo ser "importante que os calhetenses conheçam melhor a governação e a forma como é gasto o dinheiro do erário público", até para comprovarem que "existe uma alternativa por parte daqueles que sempre estiveram ao lado das famílias e dos contribuintes da Calheta".


Sem "uma única obra:


"Martinho considera que Baeta, "passados 14 anos, ainda não tem marca nem obra", sustentando que "não cola mais confundir as obras do Governo Regional e da Sociedade Desenvolvimento, como se fossem obras da Câmara". Salienta mesmo que da parte da autarquia as obras "são inexistentes. Neste mandato a Câmara não tem uma única obra materializada. Nada de nada", assegura.


Acusa por isso a política de investimentos social-democrata de não ter ido "ao encontro das necessidades das populações, já que aquilo que se assiste é uma desertificação do concelho e ao êxodo em massa dos jovens. Hoje todas as famílias da Calheta sabem o que é ter um filho, ter um marido ou um pai fora da Madeira. As políticas foram um fracasso autêntico", denuncia.


Viver da "aparência":


Ironicamente, diz que há unanimidade em se reconhecer "uma melhoria na aparência do concelho. Mas é isso e só isso. A Calheta vive da aparência da zona baixa, já que as zonas altas continuam esquecidas e a empobrecerem a cada dia", aponta. E questiona: "Se existe tanto dinheiro e a crise ainda não chegou, como dizem os senhores com responsabilidades na governação do Concelho, então o porquê das obras dos programas eleitorais de há 14 anos a esta parte ainda não terem sido cumpridas", enumerando os exemplos, entre outros, do quartel de bombeiros, mercado municipal e centro de saúde.


Às obras por fazer, junta-se também "o porquê de não existir um PDM. Quem é que é o interessado em que o mesmo não exista?", pergunta.


Em suma, Martinho Câmara considera que "a Calheta vive sem rei nem roque" e alerta a população para as promessas que têm sido constantemente adiadas. "Até quando?", interroga-se.»

Concordo Plenamente com o Arq. Vilhena: "Planos Obtusos"

A revista Monocle dedicou a edição do Verão passado a analisar e propor formas de construir melhores cidades. É certo que a presente crise mundial nos vai revelar novos paradigmas e, eventualmente, apresentar novos ideais. Mas tão certo como isso é que o progresso da humanidade continuará a fazer-se nas cidades, lugar concentrado de trocas, o carburante que faz mover a humanidade, mesmo na era da Internet. Pegando nos bons exemplos, a referida edição lista 20 cidades que reúnem condições para serem urbes melhores. Mesmo atendendo a que as cidades são sistemas de grande complexidade e que não há receitas, são identificadas uma série de condições que contribuem para o seu sucesso. Vários aspectos são tidos em conta: a segurança, o nível educacional, os cuidados de saúde, o clima, a dinâmica cultural, a qualidade e inovação arquitectónica, a oferta de parques e espaços verdes, o sistema ecológico, os preços da habitação, a vitalidade do comércio, a eficiência dos transportes públicos e a tolerância cultural, entre outros predicados. No fundo e simplificando, como em qualquer outra avaliação, "tem que ter bom aspecto, ser inteligente, ter boas proporções, ser alegre e possuir um bom humor".

Entre os vários aspectos enunciados há um ponto incontornável para o sucesso das cidades e que dá pelo nome de "planeamento urbanístico". Este factor é fundamental para que se possa orientar a renovação e o crescimento de um lugar. Ainda que na maior parte das cidades listadas o planeamento faça parte da cultura e esteja de tal forma entranhado, o desenho urbano, a par do cuidado com o património histórico, é identificado como uma das ferramentas necessárias ao êxito de uma cidade.


Aqui não se chegou ainda a esse entendimento. Os planos de ordenamento do território passaram de um mal necessário do qual dependia o apoio económico da UE, para agora serem apresentados como um obstáculo ao desenvolvimento. Agora, que se percebeu que os instrumentos de planeamento urbanístico são para cumprir e que os PDM, feitos à pressa, sem o propósito de constituírem verdadeiras ferramentas de controlo de qualidade urbana e de equidade, se revelaram inadaptados ou já estão moribundos por não terem sido revistos na devida altura, arranjaram-se novos truques para alterar aquilo que foi publicamente discutido e ratificado. Com efeito, têm sido apresentados uma série de planos de urbanização ou pormenor que alteram a substância do que estava definido nos PDM ou outros planos de grau superior. Pode ser assim? Pode, mas desde que tal esteja suficiente e claramente justificado. E está? Na maior parte não. É o mundo virado ao contrário. Quando os PU ou PP deveriam surgir para dar consistência e pormenor às estratégias definidas nos PDM, aparecem agora a reboque dos promotores imobiliários para conseguirem mais índices de edificabilidade ou para corrigir erros de um passado recente, deturpando o que estava previsto.


Por este caminho, estas ilhas não tardarão a perder o seu bom aspecto apesar do carácter forte da sua Natureza, a sua inteligência perder-se-á na desorganização das suas infra-estruturas e as suas proporções poderão ficar em perigo com o crescimento caótico, em algumas partes horrorosamente disforme. A sua alegria, que depende em geral dos seu habitantes, manter-se-á sem grande dificuldade mas o sentido de humor tende a desaparecer nas mesmas piadas de sempre, contadas sempre pelas mesmas pessoas.



Luis Vilhena - Arquitecto
Sobre(voando) o território, in DN-Madeira 29-01-2009



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Simplesmente devo dizer que estou totalmente de acordo com este ponto de vista tendo em conta o "modus-operandi" habitual dos Autarcas desta terra.

CDS satisfeito com veto «em prol de maior participação»

O dirigente democrata-cristão Filipe Lobo d´ Ávila afirmou hoje que o CDS-PP recebeu com satisfação o veto do Presidente da República ao fim do voto por correspondência dos emigrantes, considerando que a decisão favorece a participação.

«Naturalmente estamos satisfeitos face à decisão [do Presidente da República], decisão em prol de uma maior participação», afirmou o dirigente democrata-cristão, em declarações aos jornalistas no Parlamento.


Filipe Lobo d´Ávila disse que o CDS-PP «já tinha alertado para os riscos da aplicação» do voto presencial para os emigrantes e sublinhou que a medida «vinha em contra-ciclo».


«Numa altura em que se reformula a rede, fechando consulados, não se entende que se imponham condicionantes à participação«, afirmou.


O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou hoje a alteração à Lei Eleitoral para a Assembleia da República que punha fim ao voto por correspondência dos emigrantes, argumentando que a proposta iria promover a abstenção eleitoral.


Cavaco Silva alertou, em comunicado, que »é forçoso concluir« que a dimensão da rede consular é incapaz de garantir as necessidades das comunidades se fosse aprovado o voto presencial.


O Presidente da República acrescentou que apesar de o diploma prever que o voto se possa realizar noutros locais que não os postos e secções consulares, »têm sido recebidas informações oficiais« de que em alguns países as autoridades não permitem o voto fora das instalações oficiais portuguesas.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

"Cortando Fundo": Comunicação Social Regional: Afinal são todos iguais!...

A comunicação Social nesta terra por mais voltas que se dê, por muito que digam que são diferentes uns dos outros, na verdade são todos iguais. São todos parciais, privilegiam fortemente o PSD e os seus Governos, quer seja Regional ou Autárquico e claro dão destaque a certas pessoas na Oposição que melhor lhes convêm para justificar esta estratégia.

Para eles afinal só existe o PSD-M e pontualmente certos indivíduos da Oposição, que com a sua acção quase que justificam a tentativa "grosseira" destes de fazer passar a ideia de que na Madeira nas Oposições há um deserto de ideias e de quadros e que afinal ainda estamos em democracia!. São sempre os mesmos, já gastos perante a opinião pública que interessa acompanhar, servindo claramente ao PSD-M.


As direcções de redacção à muito deixaram de ser independentes e imparciais, à muito que vê-mos jornalistas escolhidos a dedo para fazerem a cobertura de certos acontecimentos e mais!, alguns deles até são patrocinados directamente pelo poder instituído até para publicações!, sendo consequência disto uma visão muito enviesada da realidade regional que é "vendida" aos cidadãos desta terra.


Queixam-se de que o Jornal da Madeira é manipulado pelo PSD-M, e de facto até podemos todos concordar!... Mas ninguém me venha dizer que o DN-Madeira por exemplo também não é!!!...


A juntar a estes agora se calhar teremos que começar a desconfiar agora do Tribuna da Madeira, que pelos vistos também poderá estar também a ser manipulado, veja-se o último suplemento especial, dedicado as Autárquicas, que no caso do Concelho em questão (Cª Lobos) no grosso só falou do PSD e que quando fez referências as oposições, foi buscar um Vereador independente, que muito votou ao lado do PSD. Outras oposições nenhuma!... Mentira juntou um texto do Presidente do MPT-M, dum Partido que neste momento não tem representação em nenhum órgão autárquico em Cª Lobos, esquecendo os que verdadeiramente foram eleitos pelo Povo dessa Terra e que muito também tem feito na defesa dos interesses de Câmara de Lobos.


Podem dizer-me que são opções, é verdade!... Mas opções que deturpam a realidade política que deve ser transmitida isentamente a opinião pública.


O pior é que de certeza veremos mais situações destas com o aproximar das eleições, sendo que cada vez mais irá acentuar-se esta forma muito peculiar de se fazer política (comunicação social), numa terra tão singular como é a Madeira!!!...


Veremos se me engano!...


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

"O Contraponto": JSD discrimina estudantes Madeirenses?

De facto a JSD-M, a par de outras forças políticas tem vindo a defender uma mudança junto da TAP e do Governo PS na República para que os estudantes madeirenses sejam discriminados positivamente no custo das viagens aéreas entre a Madeira e o Continente.

Embora considere que a proposta apresentada por estes não seja a mais adequada e que no fim de contas também não abrange todos os estudantes madeirenses deslocados, a verdade é que se tem manifestado e trabalhado no sentido de se ultrapassar esta situação.


Porém esta atenção dada a estes estudantes, contrasta com a postura desta organização que esquece ou melhor não trata da mesma forma jovens madeirenses que cá na Madeira, também são discriminados e passam por dificuldades tremendas para deslocar-se aos estabelecimentos de ensino, isto por causa dos "Passes de Estudante", que como toda a gente sabe são extremamente caros.


De facto a JSD-M, não tem o "mesmo peso, nem a mesma medida", na defesa destes estudantes, porque o Governo que poderia de facto mudar isto é o seu, do PSD-M.


Portanto são bons a defender os estudantes madeirenses, quando o Governo é Socialista em Lisboa, mas quando se trata do Governo Regional, cá no Funchal, até assobiam para o lado!...


Onde anda o empenho dado as tarifas aéreas, quando se fala de passes??!...


As Portarias do Governo regional, publicadas em Dezembro em nada melhorou a vida dos estudantes que residem fora do Funchal e mesmo os do Funchal, em abono da verdade já tiveram dias melhores!...


Por isso, pergunto afinal a JSD-M, também discrimina estudantes madeirenses?!...