quinta-feira, 14 de maio de 2009

A mentira de Vital!...

Segundo o Público, o candidato do PS as eleições Europeias, Vital Moreira, terá negado que se estivesse no lugar de Lopes da Mota, presidente do Eurojust, se demitiria.

"Não disse tal coisa e não vou dizer o que disse ontem”, afirmou Vital Moreira.


Mas parece que mentiu!...


Segundo este mesmo jornal, Vital terá dito no dia anterior o seguinte:


"Se estivesse naquele lugar, mas não quero julgar ninguém, eu, porventura, pediria suspensão de funções enquanto o processo disciplinar decorresse”.


Bom!...


Se alguém quer tirar a prova dos "nove", então escutem o audio das declarações também fornecido pelo Público, onde o homem parece-me a mim diz o que agora nega!...


Pois é!...


Errar é humano!...


Será que eu não sou??!...


Quem cospe para o ar tem o que merece, pode demorar mas tem!...


"Bloco central"

Várias personagens eminentes têm-se manifestado a favor de um governo de bloco central após as eleições.

A razão sempre invocada é a necessidade de estabilidade governativa perante a crise. Claro que esta posição assume tal coligação como estável em si mesma, o que está longe de ser provável. Mas o pior seriam os perigos para a democracia se ela funcionasse.


A nossa situação é muito diferente da estrutura partidária anglo-saxónica, com apenas dois grandes partidos. Temos antes uma disposição típica do sul da Europa, como na Espanha, França e Itália, onde além dos partidos centrais existem grupos mais pequenos. Este arranjo, mais flexível e complexo, tem sofrido modificações como nesses países, mas tem-se mantido e, apesar dos defeitos, funciona razoavelmente.


O grande risco que paira sobre a nossa democracia, num país tradicionalmente pacato, conservador e corporativo, é a concertação entre interesses instalados à volta de um grande partido central que se perpetuasse no poder. Essa é a situação no Japão, Índia, México, e em geral na América Latina. Com a nossa tendência clientelar e acomodatícia, uma solução dessas seria tão má quanto tem sido na América do Sul.


Um bloco central estável e eficaz daria o primeiro passo no caminho para uma democracia anémica e obediente, pior do que já se critica na maioria de Sócrates. Teríamos a generalização nacional da solução madeirense. Os seus defensores invocam o sucesso da grande coligação alemã, sem notarem que se estão a referir precisamente à cultura europeia mais oposta à portuguesa.


João César das Neves

DESTAK de 14/05/2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Sócrates na RAM??!...

Devo confessar que não estava minimamente a espera de ver o Primeiro Ministro vir a Madeira antes do fim desta legislatura, que como se sabe esta a poucos meses de concluir.

Pelo menos pode-se dizer que o homem não passou uma legislatura sem cá vir!....


De qualquer forma não posso deixar de registar o oportunismo político da visita, tendo em conta a pré-campanha para as Europeias por dois factos:


1º - É uma iniciativa eleitoralista porque aproveita uma suposta visita de Estado para entregar computadores "Magalhães", quando praticamente todos os Partidos querem fazer destas Eleições Europeias uma espécie de primeira volta das legislativas e aqui o sr. Primeiro Ministro não quer perder terreno e apresenta-se no Funchal com uma das suas bandeiras governativas. Basta também saber se vai anunciar nesta visita soluções para outras questões que a Região tem pendente com o Estado e que ainda por guerras entre o PS e o PSD, não estão resolvidas. Veremos!...


2º - Outro facto, este bastante assinalável também, é ver que sendo indirectamente uma iniciativa eleitoralista , o Líder do PS Nacional, não quer ver-se ao lado do Líder Regional do seu Partido, Dr. João Carlos Gouveia, o que fragiliza ainda mais a posição de JCG. Porque? Tem receios de perder ainda mais votos é? Nem sequer uma audiência privada!...




De facto uma visita para acompanhar com atenção!....



Curiosidade do Dia: "PS votou a favor de proposta do BE sobre sigilo bancário contra vontade das finanças"

De facto já não existe coordenação entre o Governo e o seu Grupo Parlamentar??!...

Esta notícia do Público só me dá vontade de rir isto porque chorar não vale a pena!...


Freeport: Afinal sempre existiram pressões!...

Tendo em conta a notícia de hoje do Público, "o procurador-geral da República decidiu converter o inquérito sobre as pressões aos magistrados que investigam o caso "Freeport" em processo disciplinar".

A razão? É simples afinal houveram PRESSÕES!...

Agora levantam-se outras duvidas:

1. O porque das pressões?. Se o Sr. Primeiro Ministro jura de pés juntos que nada tem a ver com isso;

2. Se houve pressões quem do Governo esta por detrás disto? É o Ministro da Justiça? Porque se foi deve ser demitido imediatamente.
3. E o Primeiro Ministro como fica depois disto?

Por menos já vi cair um Governo!...

E não tem muitos anos!...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A Imagem da Semana: Biblioteca de Viana do Castelo de Siza Vieira


Fonte:

Grande Porto!...


APROVADO POR UNANIMIDADE PROJECTO CDS PARA COMPARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM MEDICAMENTOS DEFICIENTES DAS FA

Foi aprovado por unanimidade, esta quinta-feira, um projecto de lei apresentado pelo CDS-PP para repor a comparticipação das despesas dos deficientes das Forças Armadas com todos os medicamentos.

O diploma foi aprovado em votação final global e repõe a comparticipação do Estado a todos os medicamentos comprados pelos deficientes das Forças Armadas.


Recorde-se que o actual Governo PS tinha restringido o benefício apenas aos medicamentos necessários a tratamentos resultantes directamente da deficiência. João Rebelo, o deputado centrista autor do Projecto-Lei, salientou após a votação que ” fez-se justiça a um direito perdido em 2005 ao ter sido retirado pelo actual governo PS”.


“Este projecto, repõe um direito compensatório aos deficientes das Forças Armadas que adquiriram as suas deficiências ao serviço da nação, numa guerra que foram obrigados a fazer” afirmou João Rebelo.


O Deputado do CDS salientou que “este projecto é para todos os deficientes das FA’s, aspecto que é muito positivo”. No entanto, apesar da aprovação, “fica ainda muito por fazer em relação aos deficientes das forças armadas”salientou.


Igualmente o líder do CDS-PP, Paulo Portas, congratulou-se com a aprovação do diploma, afirmando que seria uma “injustiça que a sociedade se esquecesse daqueles que ficaram deficientes por causa da bandeira que estavam a servir”.


Jornadas: CDS debate segurança, educação e economia

Os deputados do CDS-PP iniciam hoje em Aveiro jornadas parlamentares dedicadas à segurança, educação e economia, áreas a que aquele partido tem dado prioridade na Assembleia da República.

Das jornadas, que decorrem num contexto de «em que o país vive uma crise financeira», sublinhou o líder parlamentar, Diogo Feio, sairão iniciativas legislativas naquelas áreas e também na área fiscal.


Hoje de manhã, o líder do CDS-PP, Paulo Portas, lidera uma delegação de deputados numa visita às Caves Primavera, em Águeda.


O CDS-PP contará com a participação do ex-secretário-geral do Sistema de Segurança Leonel Carvalho, para debater, hoje à tarde, a política de Segurança, e de António Lobo Xavier, que falará sobre «desafios e oportunidades para a economia portuguesa».


À noite, haverá um jantar com um discurso do ex-ministro da Agricultura do Governo PSD/CDS-PP Sevinate Pinto.


As jornadas terminam terça-feira com a apresentação de propostas na área da fiscalidade.
Nuno Melo, o cabeça-de-lista do CDS-PP às eleições europeias, e Paulo Portas, encerram, terça-feira à tarde, as jornadas.


Fotos do Encerramento do VI Congresso da JP-Madeira







Agradeço mais uma vez ao Amilcar Figueira o envio destas fotografias.






domingo, 10 de maio de 2009

O Novo Presidente da Juventude Popular da Madeira


Fotos do Congresso da JP-M











O recém eleito Secretário Geral da JP-M, Amilcar Figueira teve a amabilidade de enviar-me algumas fotografias dos trabalhos de ontem do VI Congresso Regional da JP, que decorreu neste fim de semana e que elegeu Lídio Aguiar como novo Presidente desta Estrutura Política de Juventude.


Desde já endereço os meus parabéns novamente ao Lídio, esperando que consiga atingir todos os objectivos propostos, tendo em conta que ao cumpri-los não só a JP-M fica a ganhar, mas sim todos os Jovens Madeirenses.

Aos que desejem saber mais deste último Congresso da Juventude Popular da Madeira, poderão fazê-lo através destes "link" que vós dará acesso a toda a informação disponível no Blog do agora Presidente da JP regional.

Líder nacional da JP considera que os "Jovens estão indignados com o rumo do País"

O presidente da direcção nacional da Juventude Popular (JP), Pedro Moutinho, disse hoje (ontem), no Funchal, que o Governo português vive "em devaneios" e que os jovens estão "indignados" com o rumo do país.

"Esta geração está cada vez mais indignada com o estado do país e com os devaneios que nós estamos a ter no continente", disse Pedro Moutinho, no VI Congresso Regional da JP-M.

"Vivemos tempos onde a liberdade é absolutamente escassa, não temos liberdade de pensamento, não temos liberdade de expressão, as nossas empresas já nem têm liberdade sequer para trabalhar e de criar riqueza, para crescer e inovar", referiu.


Para Pedro Moutinho, Portugal vive "tempos em que o Estado quer tudo, o Estado quer apoderar-se de tudo e cada vez mais há uma visão socialista de que as pessoas devem servir o Estado e não o Estado as pessoas, que era isso que deveria acontecer".


DN-M / Lusa

sábado, 9 de maio de 2009

Afinal não só o PSD-M é que pode ter um Eurodeputado. O CDS-M também poderá ter!...

O candidato do CDS/PP-Madeira às Eleições Europeias, Lopes da Fonseca, confirmou hoje que a direcção nacional do partido concordou com a rotatividade dos deputados eleitos, pelo que a região tem possibilidade de ter um segundo representante no Parlamento Europeu.

António Lopes da Fonseca falava hoje numa conferência de imprensa no Funchal que serviu para marcar o início da campanha da estrutura regional dos populares às eleições de 7 de Junho.


"O CDS/PP da Madeira ocupa o 5º lugar na lista nacional ao Parlamento Europeu, um lugar honroso que pode significar, pela segunda vez, a presença de um deputado do CDS Madeira no Parlamento Europeu", disse, recordando que nas eleições de 1994 a região esteve representada por Rui Vieira durante um ano.


Argumentou que "embora a eleição directa seja difícil, o CDS /PP estabeleceu que, num cenário de um bom resultado na Madeira, o candidato regional poderá estar presente durante pelo menos um ano no Parlamento Europeu".


Garantiu que o partido vai efectuar uma campanha "barata, porque os madeirenses não iriam ver com bons olhos o desbaratar de dinheiro em coisas que consideram supérfluas em tempo de crise".


sexta-feira, 8 de maio de 2009

TAP prepara-se para reduzir voos para a Madeira

TAP vai continuar a apostar na linha da Madeira, admitindo reduzir o número de frequências se a procura decrescer, afirmou hoje no Funchal o director de vendas da transportadora aérea.

Carlos Paneiro falava à margem da III Conferência Anual do Turismo que decorre no Funchal, subordinado ao tema "transporte aéreo", que reúne cerca de 600 participantes.


"Vivemos momentos conturbados num contexto de crise global e a TAP não está alheia a essa situação, mas a Madeira continua a ser uma aposta estratégica", disse.


Este responsável refutou que a TAP tenha reduzido de momento a oferta de lugares para esta região, o que aconteceu noutras linhas, argumentando que "está a observar como se porta a procura".


Admitiu que essa diminuição de ligações possa vir a acontecer "se houver redução da procura".


"Vivemos num momento atípico, influenciado pelos efeitos crise, concorrência e Páscoa, em Março houve uma quebra em comparação com 2008, porque a Páscoa veio este ano em Abril e esta forte sazonalidade é importante na linha da Madeira", disse.


Para Carlos Paneiro, mesmo que se verifique uma redução na oferta para esta ilha, "será em pequena escala".


Garantiu que, face ao efeito procura, a realização de um segundo voo semanal para a Venezuela "pode ser uma realidade", existindo contactos nesse sentido entre a TAP e a comunidade portuguesa naquele país.


Presentemente a TAP realiza apenas voos directos da Madeira para Caracas e Londres, sendo as restantes ligações efectuadas a partir dos aeroportos do continente.



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Esta notícia é preocupante tendo em conta que menos voos significa menos lugares e por consequência poderá significar também o aumentar do preço médio dos bilhetes.


Por outro lado é também preocupante porque os Madeirenses irão ver reduzidas as hipóteses de horários, podendo provocar verdadeiros transtornos a todos aqueles que por necessidade tenham de deslocar-se pontualmente da Madeira para Lisboa ou viceversa.


Isto para não falar das repercussões no Turismo Regional!...


Chega já de se perder tempo com propostas absurdas do PSD e toca acautelar de vez os interesses da Madeira, antes que esta situação aconteça, sendo que assim poderemos desincentivar a TAP a fazer esta redução, que como se vê pretende novamente aumentar o preço médio das viagens. Isto se consegue criando o já tão falado tecto máximo para o preço das viagens e também com a redução das taxas aereoportuarias para de certa forma incentivar novamente o transporte aéreo entre a Região e o Continente, sendo que isto poderia servir para estimular a vinda de mais turistas a Região, tendo em conta o abaixamento do preço médio das viagens.


É tempo do Governo Regional se deixar de perder tempo e comece a governar duma vez por todas, propondo soluções serias para se resolver este impasse, antes que a TAP se aproveite disto em prejuízo dos Madeirenses!...


"Regras da mobilidade chegam às câmaras"

Um funcionário municipal poderá vir a ser transferido de câmara, mudar de serviço ou ser incluído no quadro de excedentes. O pedido de autorização legislativa já foi enviado para o Parlamento. A decisão final cabe ao autarca.

O Governo quer mudar o regime jurídico que rege a organização dos serviços da Administração Local, revogando o decreto-lei n.º 116/84 de 6 de Abril. A ideia é "dotar as autarquias de condições que lhes permitam cumprir as suas amplas atribuições", segundo o pedido de autorização legislativa que foi aprovado ontem em Conselho de Ministros, e já foi enviado para o Parlamento.


São vários os princípios que o Governo deseja incutir no novo regime jurídico. "Pretende-se a diminuição das estruturas e níveis decisórios, evitando a dispersão de funções e competências por pequenas unidades orgânicas", adianta-se em comunicado, onde se fala no "recurso a modelos flexíveis de funcionamento em função dos objectivos, do pessoal e das tecnologias disponíveis".


Na prática, pretende-se incutir na Administração Local os mecanismos de flexibilidade já existentes na Administração Central, como a mobilidade. Ou seja, passará a ser possível transferir funcionários entre autarquias ou entre departamentos do mesmo município. Trata-se de uma medida que visa racionalizar os recursos existentes mas sobretudo auxiliar as câmaras na execução das novas competências que têm vindo a receber da Administração Central. Os eventuais visados não correm risco de perder o emprego, mas podem sofrer uma redução progressiva do respectivo salário.


Com o regime jurídico que a Secretaria de Estado da Administração Local pretende atribuir à gestão dos municípios, poderá haver, contudo, uma redução do número de funcionários em efectividade de funções. É que uma das alterações previstas prende-se com a possibilidade dos autarcas colocarem funcionários municipais no quadro de excedentes global da Administração Central, que está a ser gerido pela GERAP.


Mas para que tudo isto possa entrar em vigor, primeiro é preciso que a Assembleia da República aprove o pedido de autorização legislativa que dá ao Executivo o poder de legislar sobre a matéria por decreto. A partir de segunda--feira, o secretário de Estado Eduardo Cabrita começa uma ronda negocial com os sindicatos. Depois, o decreto poderá não ter âmbito nacional. É que caberá a cada uma das 308 autarquias decidir se aplica o novo regime, que permitirá também reformular todos os serviços municipais.


O Governo crê ter o apoio da Associação de Municípios. Contactado pelo JN, Fernando Ruas remeteu qualquer declaração para a Comissão Executiva de terça-feira.




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Se isto já estava mau com o sistema de avaliação ridículo com que somos avaliados imposto pelo Sócrates, que só permite na pratica que a grande maioria dos funcionários não progrida na carreira senão passados 10 anos, tendo em conta as exigências que só alguns (os amigos), vão conseguir e que agora tende a piorar com estas novas regras de mobilidade. E depois dizem premiar o mérito e a dedicação ao serviço!...


Pois!...


O Partidarismo vai agudizar-se!...


Com estas medidas condiciona-se cada vez mais os funcionários autárquicos, que passam a estar cada vez mais a mercê das vontades do poder político que manda nas diversas Autarquias.


Se alguém no seu bom juízo acha que isto é bom para os cidadãos em geral, esta bem enganado!...


Esta é mais uma tentativa pouco democrática de condicionar o trabalho dos funcionários públicos, que ficam condicionados na sua acção, tendo em conta que o posto de trabalho hoje deixa de ter algum valor, podendo para além de ser mobilizado para um sítio qualquer longe da sua casa e restante família, pode até engrossar a lista de excedentários da função pública, que como sabemos é meio caminho para o desemprego e para o abaixamento de salários. Como se a vida já não estivesse difícil!...


E depois acham que é com isto que vão controlar a suposta corrupção nas Câmaras, pois!...


Dias difíceis estão para vir!...



Em tempo de crise PS e PSD vão gastar milhões na Campanha das Europeias

Segundo o Público, os dois principais Partidos deste País pretendem gastar rios de dinheiros (autenticas fortunas), na campanha eleitoral para as Eleições Europeias, quando o País atravessa uma crise sem precedentes.

Não sei o que o Povo fará, mas pela minha parte acho que estes senhores deveriam ser penalizados eleitoralmente, pela falta de responsabilidade.


Vejam:


PS: Prevê gastar 1.520.000€, contando receber 1.420 mil euros da subvenção pública e angariar fundos no valor de 100 mil euros;


PSD: Prevê gastar 2,2 milhões de euros e espera receber 1,5 milhões de euros de subvenção estatal e irá contribuir com 400 mil euros, esperando atingir os 300 mil euros de produto de actividades de angariação de fundos;


MPT: Espera gastar 1.500.500€, sendo que não espera qualquer subvenção pública, contando angariar 1,5 milhões de euros para cobrir as despesas;


PCP/PEV (CDU): Vai gastar 1.200.000€. A CDU espera receber 695 mil euros do Estado e contribuirá, enquanto coligação, com 485 mil euros para a campanha;


CDS-PP: Estimam uma despesa de 477.120€, sendo que a subvenção estatal será de cerca de 429.408 euros. Sendo o restante de receitas próprias;


BE: Vai gastar cerca de 725 mil euros, esperando receber cerca 590 mil euros de subvenção pública. Este Partido conta também com 25 mil euros provenientes de angariações de fundos e com 110 mil euros dos cofres do partido;


POUS: É o Partido que apresenta o orçamento mais baixo, sendo que espera gastar apenas 720 euros;


MEP: Apresenta um orçamento de 397 mil euros;


MMS: Apresenta também um orçamento de 150 mil euros;


PH: Também prevê gastar 5000 euros;


PCTP-MRPP: Estima uma despesa de 11.500 euros;


PPM: Deverá gastar cerca de 16 mil euros.







quinta-feira, 7 de maio de 2009

Cortando Fundo: Eu não vou na conversa de AJJ!...

Mais uma vez é visível ver vários bloguistas e até jornalistas irem atras dos "balões" e conversas de "chacha" do Dr. Alberto João Jardim, para desviar as atenções quando vê que temas incomodos são do conhecimento público.

Por estes dias foi a questão do plantel do Marítimo, para desviar a atenção de dois grandes assuntos que merecem ser rapidamente debatidos na Assembleia Legislativa da Madeira, tendo em conta que os factos em questão são indicadores de graves situações que merecem ser clarificadas (no caso de uma) e no caso da outra merece que se tomem rapidas medidas para controlar a situação, tendo em conta as implicações que terá no dia a dia dos Madeirenses.


Uma dessas questões que aqui já referi é o assunto ligado as viagens do Sr. Presidente do Governo Regional, que segundo notícias já divulgadas na Comunicação Social gastou rios de dinheiro, nos mais de 30 dias que já passou fora da Região, sem que ninguém saiba para o que. E isto esta a ficar esquecido e não pode!...


A outra questão preende-se com os dados também já conhecidos sobre o sector do Turismo na RAM, onde se regista uma quebra de 15% nos turistas e de 22% nas receitas, nos primeiros meses do ano. Sabendo-se também que há obras em unidades hoteleiras paradas, saídas de companhias aéreas da rota da Madeira e em especial a subida do desemprego que já deve andar na casa dos 12.000 desempregados e que este Governo para além de não assumir o problema, não aponta medidas para travar o aumento diário deste problema.


Chega de distrações!...


É importante que todos os Partidos da Oposição discutam os reais problemas dos Madeirenses e deixem o AJJ dizer o que lhe apetecer sobre o futebol, que como todos nós sabemos não enche a barriga das pessoas!...


Falem menos de listas e de candidatos e falem mais dos problemas que afligem aos cidadãos!...


E a comunicação social, pede-se mais responsabilidade e que não se deixe instrumentalizar ao serviço do regime. Forcem o Governo a falar dos problemas dos Madeirenses!...






quarta-feira, 6 de maio de 2009

PRIMEIROS CARTAZES DO CDS-PP APOSTAM EM TEMAS NACIONAIS

O CDS-PP colocou esta quarta-feira, os primeiros cartazes da sua campanha para as eleições ao Parlamento Europeu, centrados em temas nacionais como as pensões de reforma, impostos e segurança, assumindo as europeias como “a primeira volta das legislativas”.

Os cartazes, cerca de 800, foram distribuídos por todo o país e resumem as principais “bandeiras” e temas a que o CDS-PP tem dado prioridade na Assembleia da República: segurança, pensionistas, impostos e educação, entre outros.


Paulo Portas afirma que a opção por temas nacionais é assumida, uma vez que, a eleição europeia “é a primeira volta das legislativas e o primeiro sinal que os cidadãos vão dar”.

“Essa é uma opção nossa. Nós não esquecemos que esta não é uma eleição abstracta. É de um país concreto num tempo concreto. Dizemos aos pensionistas: censurem que quem vos prejudicou, apoiem quem vos apoiou”, acrescentou.

Com a imagem do cabeça-de-lista, Nuno Melo, do lado esquerdo, sobre um fundo azul, a mensagem é sempre igual na forma, diferindo no conteúdo:
“Não andamos a brincar aos políticos. Soluções sérias para Portugal”; “Não andamos a brincar aos polícias. Soluções sérias para a Segurança”; “Não andamos a brincar com os pensionistas. Soluções sérias para reduzir a pobreza” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes.

“Não andamos a brincar às avaliações. Soluções sérias para a Educação”; “Não andamos a brincar aos impostos. Soluções sérias para os contribuintes”; “Não andamos a brincar aos bancos. Soluções sérias para emprego e empresas”; “Não andamos a brincar aos valores. Soluções sérias para as famílias” e “Não andamos a brincar com os agricultores. Soluções sérias para o mundo rural” completam a mensagem escolhida pelo CDS-PP.

Assumindo igualmente que o CDS-PP encara as eleições para o Parlamento Europeu como “a primeira volta das legislativas”, o secretário-geral democrata-cristão, João Almeida, defendeu que os cartazes reflectem também temas europeus.

“Nós já tínhamos dito que a campanha servirá para marcar as diferenças do CDS-PP face ao Governo. Mas quando falamos de agricultura estamos a falar de temas europeus. Os subsídios de que falamos são europeus”, disse.

CDS com Expresso.pt