quinta-feira, 14 de agosto de 2008

«Os 150 mil: de promessa por cumprir a fraude política»

A máquina de propaganda do governo quer transformar uma promessa política numa fraude política. Estou, claro, a falar da promessa política dos 150 mil empregos. Como é evidente, essa promessa não pode ser interpretado, nem é nunca interpretada pelos eleitores, como uma promessa de criar 150 mil empregos tendo em conta uma população activa maior do que aquela que existe quando a promessa é feita. Os eleitores interpretaram essa promessa como a promessa de criar 150 mil empregos para as pessoas então à procura de emprego. Isto é, para os que então desempregados. Prometer 150 mil empregos é prometer tirar do desemprego 150 mil pessoas. É isso que os eleitores entendem. Quando Sócrates alega que está prestes a cumprir a promessa dos 150 mil empregos apesar de o desemprego ter aumentado, está a reescrever a posteriori o que efectivamente prometeu e a defraudar os seus eleitores. Como é evidente, se no momento em que fez a promessa Sócrates tivesse dito que a criação de 150 mil empregos seria acompanhada pela criação de mais de 150 mil desempregados muitos não teriam votado nele. Sócrates está-se a tentar aproveitar e a tentar retirar mérito de um fenómeno natural em economia. Se o número de trabalhadores disponível expande é natural que o número de empregados aumente. Os novos trabalhadores criam a procura necessária para sustentar os novos empregos. Mas isso é irrelevante para os problemas estruturais de desemprego. Esses não se resolvem pela expansão do número de trabalhadores disponíveis.

João Miranda - Blog Blásfemias


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Desta vez prefiro citar ou se quiserem chamar "plagiar" o bloguista João Miranda, para desmontar mais uma mentira indecorosa do Dr. Carlos Pereira.


De facto esta gente acha que todos andamos a dormir!!!...


Triste coisa!!!...

Portugal estagnado e alguns a embandeirar em arco!!!...

Hoje foram conhecidos dados económicos do País referentes ao segundo trimestre de 2008, em que a economia portuguesa cresceu 0,4, comparativamente com o trimestre anterior, escapando a uma recessão técnica depois de no primeiro trimestre ter recuado 0,1 por cento.

Segundo o Público de hoje, os números divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) na sua estimativa rápida (ainda passíveis de serem revistos) dão conta de que a economia portuguesa, apesar de escapar à recessão, continua bastante frágil.


Este refere também que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,9 por cento no segundo trimestre face a igual período do ano passado.


Sendo que relativamente aos dados do desemprego, o INE refere que a taxa de desemprego em Portugal baixou 0,6 pontos percentuais no segundo trimestre, em relação a igual período de 2007, para 7,3 por cento.


Com estes dados na mão, eis que alguns começaram a embandeirar em arco, dando pulos na cadeira!!!... Triste coisa!!!...


O incrível é que estes senhores cegos políticos por opção, tiveram o desplante até de aplicar o seguinte proverbio "Se Maomé não vai à montanha...", com o objectivo de justificar o dito "crescimento" português, dizendo o maior disparate possível: "...Portugal continua a crescer pouco, mas desta vez fá-lo enquanto a maioria dos países da Europa estão em recessão. Feitas as contas, convergimos com a Europa, mas desta vez é a montanha que vem em direcção de Maomé..." Portanto meus senhores, estes congratulam-se pelo mau momento Europeu, esquecendo-se que Portugal vive economicamente com estes países, sendo que mais tarde ou mais cedo esta crise europeia, nos vai atingir, sendo que as consequências, nos afastarão e muito dos nossos parceiros, porque esta convergência momentânea não tem expressão (falamos dum trimestre apenas!). Enfim ainda há quem julgue que a desgraça dos outros nos beneficie, quando na verdade nós vai prejudicar ainda mais. Cegueiras!!!...


Estes enganaram-se quando julgavam que não faríamos comentários a estes factos, pela minha parte não poderia deixar passar isto em branco tendo em conta que estes números revelam ao contrario do optimismo desmesurado destes senhores, graves situações que nos devem fazer reflectir, vejam:


1. Os números do desemprego, tal como na Madeira demonstram que há muita emigração, em especial de jovens e há o tradicional emprego sazonal encapotando parte do desemprego real;


2. Este Governo, tal como aconteceu por décadas na Madeira, começa a utilizar as obras públicas como motor de arranque, resolvendo um problema no imediato mas deixa uma tremenda factura a ser paga pelas próximas gerações;


3. A inflação menor em Portugal corresponde à retracção em pânico do consumo privado (ver também este blog);


Assim sendo a nossa economia ao contrario do que esses senhores julgam comporta-se como um moribundo ligado ao ventilador, pelo que para mim e de certeza para muitos portugueses, não há de forma alguma razões para festejar e muito menos para embandeirar em arco!...


Pelo contrario estes sinais são muito preocupantes e merecem pelo menos mais reservas e uma outra atitude menos populista!!!...





«Almas Gémeas»

Hoje no DN-Madeira, apareceu uma "Carta do Leitor", neste caso "leitora" Joana Afonso, que não conheço, mas que vai ao encontro do que por cá muitas vezes tenho vindo a defender, relativamente a esta alternância política entre o PS e o PSD, que como todos sabemos, tem desgraçado este País.

Fica aqui o texto denominado "Almas Gémeas".


"O PS e o PSD são duas almas gémeas. Veja-se a sua governação no continente e na Madeira. Lá governam à custa do contribuinte e aumentam os impostos para alimentar o monstro do Estado que criaram. Desmentem a crise económica, o aumento da pobreza e as desigualdades sociais. Aqui na Região, o Governo Regional do PSD critica, hipocritamente, a governação socialista mas aproveita a boleia e mantém a carga fiscal sobre as famílias e empresas para pagar a pesada máquina da administração pública e construir mais umas vias para ganhar eleições. Quanto à crise, diz que ela não existe e quanto ao desemprego e à pobreza, nega as evidências. No meio disto, o PS que aumenta impostos no continente pede menos carga fiscal na Região. Fala no desemprego e nos pobres que aumentam aqui e esquece os que tem criado lá.


Para o PSD tudo o que está bem na Madeira é da sua autoria e tudo o que está mal a culpa é de Lisboa. Para o PS tudo o que corre bem no continente pertence à acção do seu Governo. Tudo o que vai mal é da responsabilidade da conjuntura internacional. É o bloco central no seu melhor ou, mais certo, no seu pior. Alternam nos governos e deixam o país num estado lastimável. Este é um mal estrutural de 30 anos. Tudo farinha do mesmo saco."


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

«Esquizofrenia fiscal» ou esquizofrenia socialista??!... - Parte II

Volto ao assunto porque não posso deixar passar mais uma vez argumentação falsa para justificar medidas injustas para com quem trabalha. Em especial para com aqueles que fizeram da restauração a sua profissão e ainda por mais tendo em conta o desgaste que esta profissão tem. É extremamente injusto e não pode ficar sem resposta.

Respeito as opiniões contrarias mas para as mesmas serem validas e aceites estas não podem basear-se em pressupostos falsos e na desonestidade intelectual, que sistematicamente é usada para desacreditar outras opiniões.


Ao contrario de alguns chamo as coisas pelos seus nomes e sou muito directo.


Ao Tino e aos outros (se é que existem) dizer-lhes o seguinte:


Demonstra a argumentação do Tino de duas uma ou desconhece a forma como o sector da restauração funciona hoje em dia em Portugal ou então por má fé tenta passar a ideia de que nesta área toda a gente quer passar a perna ao fisco, para justificar a sua "tese", porque isto de dizer que "...aquilo que pagamos e que é receita do estabelecimento acaba muitas vezes por não ser declarado..." Sendo brando, acho que é injusto no mínimo! Na maioria dos casos tendo em conta a forma apertada como hoje estes tem de justificar as suas vendas, que em termos fiscais já são cruzados a "pente fino" com as compras e o stock, o que não deixa margem para fugas. Por outro lado, isso do recibo é um autentico mito, porque hoje, mesmo que o cliente não queira o recibo, o estabelecimento é obrigado a registar a conta em caixa. Isto para não falar das constantes fiscalizações que frequentemente as finanças já fazem. Este argumento primário é a velha máxima da esquerda de desconfiar de tudo e de todos!!!...


Depois confundir "gorjetas" com rendimentos é ridículo e absurdo, no mínimo!!!... Uma gorjeta é uma GRATIFICAÇÃO, portanto dá quem quer, quando quer!... Pode ser dada hoje e amanhã não!...

O rendimento fruto de trabalho é diferente. É algo que é contratualizado em troca de trabalho ou de serviços. O que é manifestamente muito diferente!!!...


Se querem mais leiam outra vez meu anterior "post", pode ser que ajude!!!...

Não confundam novamente coisas diferentes!!!... Na Europa de facto há Países em que na restauração para além do valor do consumo (bebidas / refeições), existe o valor a pagar pelo serviço e que é variável, o que é manifestamente bem diferente duma gratificação (que também existe), por isso esse argumento de que em muitos países da Europa, é assumido um valor de 10% para a gorjeta, não é verdade. Porque ao contrario do que a força nos querem fazer crer, pela Europa fora sabem distinguir muito bem uma gratificação (gorjeta), do pagamento do serviço, que por vezes é separado do custo do consumo e que é dado a conhecer ao cliente ao entrar no estabelecimento. Por isso nada de confusões descabidas!!!...


E então essa de tentar fazer passar a ideia de que esta nova tributação é uma medida de direita é do mais primário que já vi para justificar a voracidade fiscal de quem não sabendo governar, socorre-se a estas pseudo tributações para ganhar receita que posteriormente desperdiçam em obras faraónicas desnecessárias e em subsídios para fomentar a malandragem e depois enchem a boca para dizer que estas medidas servem para "...tratar todos os cidadãos da mesma maneira..." Inacreditável!!!...


Para finalizar apenas dizer que sei distinguir comunismo de socialismo ao contrario do que se tentou fazer passar. Sei meus senhores, que ambos desconfiam do Povo, sei que ambos dizem querer igualdades e no fim criam mais desigualdades. E mais, sei também que entre socialismo e social-democracia também não há diferenças, ambos querem ao contrario do que alguns afirmam acabar com a riqueza para que hajam mais pobres para estes controlarem oferecendo subsídios e apoios em material, veja-se o caso açoriano e o madeirense!!!... Portanto poder a qualquer custo!!!...


E já agora Tino nenhuma resposta ao desafio?!!...


Ou não há argumentos sérios para responder??!...


«Esquizofrenia fiscal» ou esquizofrenia socialista??!...

O socialista Tino no blog que partilha com outros dois socialistas chamado de "Farpas da Madeira", escreveu um "post" que diz o seguinte:

«É impressão minha ou os mesmos que estão completamente indignados por o governo querer cobrar impostos sobre as gorjetas, como qualquer outra fonte de rendimento do trabalho, são os mesmos que se indignam por os feirantes ciganos não pagarem impostos.


A mim não me choca nada que na factura de um restaurante exista uma rubrica que diga: gratificação e que seja rendimento, não do estabelecimento mas do empregado, e como tal seja o empregado a pagar impostos sobre esses rendimentos.


Muitos empregados de restaurante mais que duplicam o seu salário através das gratificações, então porque razão esse rendimento não há de ser declarado?


Apenas para esclarecimento, sou a favor que a fiscalização aperte com os feirantes de modo a que estes paguem os impostos como quase toda a gente, e que sejam impedidos de vender produtos contrafeitos. As regras são para todos. Não pode haver guetos seja de que espécie for.»


Sobre isto queria de forma clara dizer o seguinte:


Primeiro acho muito bem que o CDS se insurja claramente contra mais esta medida fiscal que penaliza mais uma vez quem trabalha.


É no mínimo injusto ver que as GRATIFICAÇÕES que voluntariamente cada um de nós dá a quem nós serviu com dedicação, quando a isso não era obrigado, tenha que ser taxado. Em lado algum na entrada dos estabelecimentos de restauração e bebidas, nem nas cartas onde podemos escolher o que pretendemos consumir, não é referida a obrigatoriedade do cliente ter de deixar gratificação (gorjeta), dá quem quer e a quem quer!!!...
Só falta também que quem de "gorjetas", tenha que ser também taxado por ter riqueza a mais, quando por vontade própria da uns "trocos" a quem lhe serviu com dedicação!!?...


Se fosse cobrada essa "gorjeta" pelo estabelecimento, mesmo que fosse para o empregado, aí era de facto compreensível tal taxa. Não sendo uma obrigatoriedade, mas sim uma GRATIFICAÇÃO espontânea do cliente, que entende dar é absurdo e ridícula a sua taxação!!!...


Gratificação Tino não é uma fonte de rendimento. Fonte de Rendimento é aquela que ao fim dum período de trabalho, sabes será pago sempre o mesmo valor em pagamento pelo teu trabalho. Uma gratificação pode vir hoje, mas amanhã pode não haver e os valores envolvidos Tino, sinceramente são ridículos!!!...


Por outro lado parece que tens algum problema com riqueza ou melhor, parece que o PS e seus militantes tem problemas em ver as pessoas ganharem mais algum dinheiro, fruto do seu trabalho honesto, que até por vezes é gratificado por quem reconhece a qualidade do serviço prestado!!!...


Sinceramente é decepcionante ler que ainda a pessoas que ficam incomodadas pelo que os outros honestamente conseguem!!!...


Já num passado recente este mesmo Governo Socialista (do qual o Tino é fervoroso admirador), também aventurou-se a tentar taxar "mesadas" e doações de pais a filhos e vice-versa. Sendo que a pronta denuncia disto por parte do CDS, fez com que o Governo abandona-se esta ideia. Era o que faltava, os pais terem de ir a correr as finanças declarar a mesada dada a um filho ou a ajuda dum filho a um pai e ter ao fim do ano pagar por isso!!?... Absurdos!!!...


Esses senhores já não sabem o que fazer para tirar o que os portugueses tem e o que não tem, esquecendo-se tributar a quem deveriam e não o fazem. É sempre quem trabalha de sol a sol que tem de sustentar a vadiagem que a olhos vistos vai por aí!!!...


É incrível que o Tino se esforce a justificar uma medida fiscal tão abominável e ridícula como esta e nada diga sobre os números esses sim elevadíssimos de pessoas que vivem a conta dos nossos descontos por exemplo no RSI , que no todo nacional já ultrapassam quase dois milhões de pessoas no final do primeiro semestre deste ano (ver SOL). Os dados da Segurança Social apontam para 1.936.903 pessoas e 695.847 famílias a receber este complemento. Isto Tino é que tem de acabar, porque como já foi dito (e bem), "esta esmola institucional que para além de criar maus hábitos de absentismo laboral incrementa a "malandragem" e cria dependências...", sendo lamentavelmente sempre os mesmos (os que trabalham) a ter que sustentar suas famílias e estas outras "famílias".


Neste "post" do Tino, aparece também uma comparação a roçar a demagogia e o mau gosto, para não falar de um certo racismo ou xenofobia implícita, quando mete a "baralho" os ciganos. Isto porque estamos a falar de assuntos totalmente diferentes e que merecem uma atenção diferente.


Pergunto agora ao Tino que já no seu texto contradizia-se quando refere que é a "...favor que a fiscalização aperte com os feirantes de modo a que estes paguem os impostos como quase toda a gente...", se acha que a venda ambulante é ou não uma gratificação??!...


Claro que não!!!...


Estas pessoas, ciganas ou de outras raças, nacionalidades ou etnias (qualquer comerciante, seja ele quem for com actividade móvel), tem de ter a sua actividade legalizada e fiscalizada, tal como qualquer outro comerciante, que tenha um espaço físico como sede fiscal fixa e que paga os seus impostos. Concorrência justa é o que se quer em qualquer actividade!!!...


Agora se cada um de nós pelos serviços prestados por estes quiser-mos dar uma "gorjeta", claro que não deve ser taxado por isso, tal como o pessoal da restauração. É óbvio!!!...


Para concluir deixo uma duvida para que o Tino me esclareça. Achas que os mendigos e os pedintes que segundo o DN-Madeira de hoje, arrecadam em média, cerca de 20 ou 30 euros por dia, que no final do mês, são mais do que os 434 euros definidos, este ano, pelo Governo, para o salário mínimo da Região, devem ou não ver estes valores taxados ou tributados pelo Governo??!...

CDS: Petição contra aumento das taxas aeroportuárias

O CDS/PP enviou, na passada segunda-feira, uma petição ao Governo Regional para que não proceda a aumentos das taxas do aeroporto internacional da Madeira.
A petição que esteve disponível na internet, nas últimas quatro semanas, foi subscrita por mais de um milhar de pessoas. O que na opinião do líder popular, José Manuel Rodrigues, deve ser motivo de reflexão para as entidades competentes.

Ainda segundo este, “o executivo regional não pode ficar indiferente perante as consequências nefastas que as taxas aeroportuárias têm no encarecimentos das passagens, na competitividade do nosso turismo e das nossas empresas”.

A saber, constataram os populares, “as taxas do aeroporto da Madeira são duas vezes mais altas que os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro e três vezes mais caras que as praticadas nos aeroportos espanhóis”. E apesar das promessas de redução dessas taxas, concluíram, “o Governo Regional anunciou um novo aumento de 3,5 por cento”


terça-feira, 12 de agosto de 2008

«Quase sem comentários»

«Quase um terço da população dos Açores vive do Rendimento Social de Inserção, uma espécie de esmola institucional que para além de criar maus hábitos de absentismo laboral incrementa a "malandragem" e cria dependências do Estado/Região pouco benéficos para a democracia. Não interessa, obviamente enquanto houver dinheiro para gastar, aos políticos no poder reduzir o número de beneficiários desse subsídio.
(...)




Nuno Barata - Blog Fôguetabraze


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O único comentário que apetece-me fazer é que ambas as regiões tem a sua população "agarrada" a subsídio-dependência. Quer César, quer Jardim, mantém-se no poder da mesma forma.


Veremos é até quando, porque o que é bom também um dia acaba. O pior é que milhões são gastos e a vida destas regiões pelos vistos será sempre a mesma. É pena!!!...


E afinal onde para a riqueza que os PIB's destas regiões dizem existir??!...


Se existe tanta pobreza, como é que é??!...

«O Hino da Festa de Verão do Bloco de Esquerda»

Confesso que não resisto a publicar esta brincadeira do João Caetano Dias (jcd), que no Blog "Blasfémias", Caricaturou de forma muito engraçada a festa de Verão dos jovens do Bloco de Esquerda, este ano chamada "Acampamento Jovens Bloco de Esquerda", que teve como temas de discussão debates sobre Imigração e Racismo, Bio-combustíveis e Crise Alimentar, LGBT, Feminismo e Combate Social, Drogas Leves e Precariedade entre outros temas fracturantes!!?.

Fica aqui o Hino feito a "medida" para os jovens bloquistas!!!...


Eu Gosto É Do Verão
No acampamento o am@r anda no ar
No acampamento os fumos andam no ar
No acampamento a subversão anda no ar
E eu não consigo parar de festejar

Em São Gião os j@vens ficam maiores
Em São Gião há muit@s pensadores
Em São Gião fazem-se muitos am@res
E inebriamo-nos com tantos vapores

Eu gosto é do Verão
De discutir racismo e imigração
Usarmos os bio-combustíveis
E lutarmos por outr@s mundos possíveis

E ao fim do dia, bem abraçad@s
A ver o comício-festa
Abrilhantado
Pelo camarad@ Louçã

No acampamento vamos ser lutadores
Com stenciles e com vibradores
Vamos dançar e ficar na arruada
Do lusco-fusco até de madrugada

Na Serra da Estrela vamos ter feministas
Futebóis, twisters e artist@s
Trans, Hetero, homo e bissexuais
e lutar pelos direitos dos animais

Eu gosto de acampar com @ Ana
Com @ Fernando, @ Luís e @ Joana
E combater o capital com bravura
Ao lado d@ professor Boaventura

E ao fim do dia, bem abraçad@s
a ver o comício-festa
Abrilhantado
Pelo camarad@ Louçã

Abrilhantado
Pelo camarad@ Louça

Louçããããã…

(Spoof do tema
homónimo da Fúria do Açucar).

«Morte do assaltante do BES divide blogoesfera»

O assalto com reféns ao BES fez parar o país. A morte de um dos sequestradores abriu uma discussão sobre a actuação da polícia. Os blogues continuam a discutir o assunto.
"Mais valia ter salvo os quatro, parecem dizer alguns. Sejamos francos: ali só havia dois que careciam de ser salvos - aqueles que não se tinham lembrado de tomar reféns e de lhes apontar armas à cabeça. O resto nem danos colaterais são." O post é de Rogério da Costa Pereira, no
" Cinco Dias " .
No
" Arrastão " , Daniel Oliveira discorda: "Recordo que, felizmente, o discurso da polícia depois do sucedido foi exactamente o oposto a este. Os piores são mesmo os cowboys de sofá como o senhor Rogério, um dano colateral provocado pelo alargamento do Cinco Dias.
O assalto esteve em destaque nos fóruns na rádio e na televisão. O
" Blasfémias " analisa os comentários dos portugueses. "A generalidade das pessoas mostrava-se genuinamente satisfeita. Obviamente muito mais satisfeita do que estaria se o assalto tivesse acabado numa paz negociada.
Descobriu-se finalmente a solução para os problemas de segurança do país: um sniper em cada rua. Todos os dias serão os dias mais felizes das nossas vidas."
No blogue
" O Insurgente " , Miguel Botelho Moniz escreve sobre o uso preventivo da força mortal para combater a criminalidade. "Aqui a situação é de perigo iminente. Existe a possibilidade de um crime capital ser cometido em flagrante. Esta situação limite é o cerne da questão de se é legítimo ou não que o estado tente prevenir crimes. Se não for legalmente possível ao estado, ou a uma "agência de segurança", impedir que uma pessoa mate outra, quando está em condições de o fazer, então nenhuma coerção a priori será legítima, devendo o estado limitar-se a forçar a compensação das vítimas depois do crime. O que num caso destes seria impossível. E contrariamente à pena de morte, a possibilidade de ter lugar esta força preventiva é de facto dissuasora."



segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Convívio Anual de Verão da CAF











Mais uma vez o Clube de Amigos da Febra (CAF), reuniu-se (sábado dia 9) no já habitual convívio de verão, mais uma vez no sempre estimado Restaurante Manjerico, do Paulo Ferraz, nos Prazeres, Concelho da Calheta.

Antes de soberana refeição, os sócios da CAF tiveram a oportunidade de disputar um mini-torneio de futsal, no Pavilhão da Freguesia dos Prazeres, sendo importante referir que o prémio para o melhor jogador foi entregue ao Ricardo Freitas.

Desta vez tivemos a entrada de mais dois novos sócios, o Acácio e o Eduardo.

Pelo menos para mim é sempre uma tarde muito bem passada, junto de bons amigos!!!...

Parabéns ao Presidente Rui Barreto, que mais uma vez organizou de forma exemplar mais este encontro e longa vida a CAF!!!...


«Fisco aparece de surpresa em casamentos»

Era meio-dia e faltava apenas uma hora para os noivos e os convidados chegarem à quinta onde seria o copo-de-água. O stresse dos preparativos finais para a festa estava no auge quando, de surpresa, bateram à porta dois fiscais das Finanças.
"Identificaram-se como inspectores, mas não explicam bem o porquê da visita", relata o proprietário da quinta, que pediu anonimato. E continua: "de certo modo até foram intrusivos e trataram-nos sempre com alguma agressividade, como se o nosso propósito fosse enganá-los". Não pediram a contabilidade e detiveram-se na recolha de informação para cruzamento de dados.
Questionaram se iria ter lugar um casamento naquele dia e qual o número de convidados, se havia contrato de prestação de serviços, qual o preço e se tinha sido dado um adiantamento, quem eram os fornecedores habituais da comida, flores e pastelaria. Os músicos, que entretanto já tinham chegado, foram identificados. Assim como todos os funcionários da quinta e os trabalhadores eventuais.
"A ideia que me deu é que o objectivo é cruzar os dados recolhidos com as declarações de rendimentos de todas estas pessoas", refere o empresário. Além de todos estes pedidos, os inspectores das Finanças levaram fotocópias da agenda anual com as marcações de eventos, bem como o contacto dos noivos que tinham acabado de casar e de todos os outros clientes da quinta.
Mesmo lamentando a ausência de uma "atitude pedagógica" por parte dos fiscais, o proprietário da quinta comenta que lhe pareceu "uma acção muito bem planeada". E revela que, nesse mesmo fim-de-semana (faz hoje quinze dias), teve conhecimento de mais "meia dúzia de quintas visitadas pelas Finanças", ali na região de Aveiro.
A visita durou 45 minutos e os noivos não chegaram a 'tropeçar' nos funcionários do fisco. "Espero que estas acções tragam uma maior transparência ao nível da concorrência", refere, pouco convicto, o empresário. "É que quem está completamente fora do sistema não é abordado", lamenta. O 'Expresso' contactou mais 10 quintas espalhadas pelo país que disseram não ter sido ainda alvo de acções deste género. Algumas revelaram, no entanto, terem sido alvo de inspecções à contabilidade.
Além disso, é "normal" os fiscais fazerem outro tipo de "prospecções aos sectores considerados de risco, como a organização de eventos", relata o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhores dos Impostos, Marcelo Castro. "Há recolha de informação através de fotografias, por exemplo" para posterior confronto das empresas.
A organização de eventos (em especial os casamentos por movimentarem muito dinheiro e englobarem vários tipos de prestadores de serviços) é uma das actividades de risco de fraude e evasão fiscais sinalizadas pela DGCI. Assim como a restauração, a mediação imobiliária ou a construção. Segundo estimativas que têm vindo a ser divulgadas pela Ecorex (a empresa que organiza a Exponoivos) um casamento em Portugal tem um custo médio de €20 mil. O negócio, na sua totalidade, deve andar à roda dos €1000 milhões.
Faz cerca de três anos que a DGCI começou a enviar questionários aos recém-casados, onde são pedidos todos os pormenores relativos à boda. Por exemplo, é perguntado onde foi comprado o vestido da noiva e se houve a contratação de fotógrafo ou aluguer de automóvel. Também são solicitadas cópias de documentos (como facturas ou ementas) que façam prova dos elementos declarados.
Contactado, o Ministério das Finanças diz ser impossível revelar dados concretos sobre as fiscalizações ao sector dos casamentos.

Expresso

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Sinceramente nem comento mais este absurdo!!!...

Só gostaria de saber se estivesse em causa um casamento "gay" se o comportamento era igual ou não??!...

É que se calhar por ser um assunto "fracturante", estarão se calhar isentos!??...

Veremos!!!...

Até onde serão capazes estes Socialistas de ir??!...

E cuidado com a "gorjeta"!!!....

Festa do MPT-Madeira

De facto o cartaz era aliciante tendo em conta os artistas convidados. Porém e ao contrario do que era de esperar o número de participantes ficou aquém do esperado, sendo que para além das pessoas que foram nos autocarros fretados para o efeito, poucos mais juntaram-se, portanto pouco mais 2000 pessoas e se calhar nem tanto!...

Demonstrativo disto são as imagens da RTP, pelo que toda aquele entusiasmo exagerado do João Isidoro era desproporcional, porque o que ali estava não pode de forma alguma entusiasmar ninguém ao ponto de achar que será o MPT o segundo Partido mais votado na Região no futuro próximo (2009). Julgo que qualquer um de nós dá um desconto tendo em conta que se calhar os copos que eventualmente poderá ter bebido a mais ou pelo sol a mais que poderá ter apanhado, causou tal delírio?!!...


De resto nada de novo. O discurso foi o habitual.


Para mim a 1ª Festa do MPT, que tinha sido anunciada como uma festa que ultrapassaria as cinco mil pessoas e que tinha tudo para de facto lá chegar, ficou muito aquém, tendo em conta os artistas convidados e a divulgação feita.


Para quem quiser saber mais sobre esta festa, poderão através destes "links" consultar o "Diário Cidade" ou "Jornal da Madeira", que deram destaque a esta Festa.




Sabia que!...

«Sabia que as gratificações ou «gorjetas» dadas aos empregados de mesa e de balcão nos restaurantes têm de ser declaradas no IRS e estão sujeitas a uma taxa de 10% no IRS? Ou que a taxa de IVA que paga por uma sandes é diferente da que paga por um bolo (20% no último caso e 12% no primeiro)?
Estes são alguns dos esclarecimentos que contam do «Guia das Boas Práticas Fiscais para o Sector da Restauração», que segundo o «Diário Económico», foi elaborado em conjunto pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) e pela Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP)...»




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De facto a voracidade fiscal deste Governo Socialista de José Sócrates é incrível!!!....


Portanto, as gratificações espontâneas que cada um de nós dá a quem arduamente trabalha 10, 12 ou mais horas tem de ser declaradas, como se esse dinheiro desse para enriquecer alguém!!?...


Por isso, caros amigos lembrem-se que quando decidirem ir a um restaurante, café, snack bar ou outro estabelecimento similar e deixarem "gorjeta", esta vai também ser taxada em prejuízo de quem esmeradamente vós serviu!....


Para quem trabalha neste sector da restauração, no momento em que recebem a dita "gorjeta", ficará a lembrança do bom que tem sido Sócrates e o seu Governo para com eles!!!...


Por isso se algum socialista vós der uma "gorjeta", devolvam-na em sinal de protesto!!!...



sexta-feira, 8 de agosto de 2008

CDS-PP defende revisão da Lei de Finanças Regionais



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Artur Lima e José Manuel Rodrigues, do CDS-PP dos Açores e Madeira, respectivamente, lamentaram que «para beneficiar uns [Açores], o Governo da República prejudique outros, fazendo cortes cegos para a Madeira».
Falando no final do VII Encontro Açores/Madeira do CDS-PP, os líderes regionais reivindicaram, por isso, uma revisão daquela legislação para «corrigir os erros de que enferma».
Criticaram, ainda, o Presidente da República pela sua recente comunicação ao país, a propósito do novo Estatuto Político-Administrativo dos Açores, sublinhando que «lançou na sociedade portuguesa dúvidas sobre o processo autonómico».
«Desenterrou fantasmas que se julgavam enterrados desde a última revisão constitucional», alegaram os dirigentes regionais do CDS-PP, para quem «uma coisa são inconstitucionalidades, outra as legítimas opiniões de Cavaco Silva».
Para os dirigentes do partido, Cavaco Silva «devia estar mais preocupado com a qualidade da democracia em Portugal, porque visitou a Madeira e não reuniu com a respectiva Assembleia Legislativa».
De acordo com estes responsáveis partidários, «se existem dúvidas sobre alguns dos preceitos da proposta, é fundamental avançar-se para uma nova revisão constitucional que clarifique, de uma vez por todas, as dúvidas do Presidente da República».
O CDS-PP das duas regiões autónomas reivindica, também, «uma alteração dos critérios de financiamento das universidades locais», defendendo que devem ser idênticos aos de qualquer universidade do país, embora atendendo às especificidades próprias da academia açoriana.
Manifestaram-se, ainda, contra «o elevado preço das ligações de serviço público aéreo entre as ilhas e com o exterior e nas marítimas inter-ilhas».
Propõem, assim, para ultrapassar o problema, «acções de sensibilização junto da União Europeia, que tem programas de apoio às redes europeias de transporte ferroviário e rodoviário».
«É preciso fazer ver em Bruxelas que as grandes auto-estradas e caminhos-de-ferro nas regiões são pelo ar ou pelo mar», sustentaram.
Ambas as direcções partidárias lamentaram que «as duas regiões se encontrem de costas voltadas» (independentemente do encontro entre Alberto João Jardim e Carlos César em Outubro do ano passado).
«É preciso articular com os empresários e associações empresariais a promoção das vantagens e de complementaridade económica que ambas as regiões possuem», acrescentaram.
Artur Lima e José Manuel Rodrigues anunciaram a criação de uma «corrente autonomista» dentro do partido a nível nacional, que sensibilize o partido para um debate interno em torno das questões autonómicas.
No encontro que decorreu nos últimos dois dias em Angra do Heroísmo, e que contou com a presença do secretário-geral do CDS-PP, João Almeida, ficou decidido que estas ‘cimeiras’ insulares centristas passarão a decorrer anual e alternadamente em ambas as regiões.

Uma verdade indesmentível!!!...

Concordo a 100% com o bloguista Miguel Fonseca, sendo que acrescentaria que isso só acontece quando estes se dignam a aparecer!...

Pequim: "O Ovo" - The National Theatre



Arquitectura: Paul Andreu

Pequim: "CCTV Tower Beijing"

Arquitectura: Rem Koolhaas/OMA

"Beijing Rising"

Pequim: "Terminal 3" - Aeroporto de Beijing

Arquitectura: Norman Foster

Pequim: "O Cubo de Água" - Centro Aquático Nacional da China

Arquitectura: PTW Architects