segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Açores: PDA concorre às eleições regionais em Outubro para eleger uma "voz genuína"

O Partido Democrático do Atlântico (PDA), que apresenta no início de Setembro a sua lista de candidatos a deputados, concorre às eleições regionais de 19 de Outubro com o objectivo de eleger "uma voz genuína".

"O PDA é um partido que fala açoriano e que não está vinculado ao exterior, já que a sua sede nacional localiza-se nos Açores", afirmou à agência Lusa o líder do PDA, José Ventura, confiante que os eleitores "já perceberam que é importante eleger uma voz genuína para o parlamento regional"...



Vanessa Fernandes conquista prata: Grande Miuda!!!

A atleta portuguesa Vanessa Fernandes conquistou hoje a medalha de prata na prova de triatlo dos Jogos Olímpicos Pequim2008, ao ficar em segundo lugar na prova individual, atrás da australiana Emma Snowsill.

Vanessa Fernandes deu a Portugal a primeira medalha em Pequim e selou a 21ª da história da missão portuguesa (três de ouro, seis de prata e 11 de bronze) na história da competição.


A atleta do Benfica terminou a 1.06 minutos de Snowsill, que tem sido a sua grande rival no triatlo.


O terceiro lugar foi para a australiana Emma Moffatt.




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Grande Vanessa!!!...

sábado, 16 de agosto de 2008

Política de apoio ao Voluntariado: As Propostas do CDS

Deixo aqui para debate o link dum trabalho muito bem feito pelo Grupo de Missão criado pelo CDS para estudar a problemática do Voluntariado em Portugal.

Deixo aqui o Relatório aprovado no último Conselho Nacional, sendo que em breve espera-se que o CDS apresente um conjunto de iniciativas e propostas para valorizar do Voluntariado em Portugal.

Madeira carece de nova política fiscal

O CDS/PP diz que é necessário o Governo Regional, no Orçamento Regional de 2009, ter «outra política fiscal que reduza os impostos» sobre os cidadãos e as empresas.Numa conferência de imprensa que incidiu sobre as despesas das famílias e a pobreza, José Manuel Rodrigues referiu que o último Inquérito do Instituto Nacional de Estatística às Despesas das Famílias em 2005-2006 vem dar razão ao seu partido de que «a pobreza na Madeira está a aumentar e há 19% da população em risco de pobreza, que corresponde a 50 mil pessoas que passam por privações por falta de rendimentos».
Dadas estas circunstâncias, o líder dos “populares” madeirenses referiu que o Executivo regional «não pode continuar a esconder esta triste realidade», bem como a garantia que a taxa de pobreza não ultrapassa os quatro por cento», um número que, segundo salientou «nem os países e regiões ricas se atrevem a proclamar».Esta força partidária faz notar que há mais mendicidade nas ruas, os idosos não têm rendimentos para fazer face às suas despesas mínimas, centenas de famílias estão a perder as suas casas para os bancos e milhares de cidadãos têm dívidas que não conseguem pagar.Perante este cenário, «é urgente que quem governa a Madeira tome medidas que permitam atender aos sacrifícios e aflições que atingem milhades de cidadãos e famílias», ressalvou José Manuel Rodrigues.


Ex-bispo católico assume Presidência do Paraguai

Uma camisa típica paraguaia branca, com o colarinho redondo, calças cinzentas e um par novo das suas já típicas sandálias franciscanas. Foi este o traje escolhido por Fernando Lugo, de 57 anos, para a sua cerimónia de tomada de posse como Presidente do Paraguai. O ex-bispo católico recebeu do líder do Congresso uma faixa presidencial bordada pelas freiras de um convento numa localidade equatoriana em que tinha sido missionário, entre 1977 e 1982. "Sim juro, até à morte", gritou Lugo perante milhares de apoiantes em espanhol e guarani, prometendo lutar pelo povo e estabelecendo como prioritário o combate à pobreza (que afecta 40% dos paraguaios): "Recuso-me a viver num país onde algumas pessoas não dormem por medo e outras por terem fome." A reforma agrária é outro dos desafios do novo Presidente, cuja eleição pôs fim a 61 anos de domínio do Partido Colorado, num país onde 1% da população controla 77% das terras.Antes, Lugo tinha renunciado ao salário de Presidente - quatro mil dólares mensais, que serão doados aos mais carenciados. "Não me faz falta esse dinheiro que pertence aos pobres." O ex-bispo, suspenso pelo Vaticano, recebeu entretanto luz verde do Papa Bento XVI para voltar à laicidade. Caberá à sua irmã desempenhar o papel de primeira dama, quando for necessário.



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Por outro lado o novo Presidente do Paraguai, Fernando Lugo, viaja hoje de manhã para São Pedro de Ycuamandyyu, uma das regiões mais pobres do país, na companhia dos líderes latino-americanos Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela) e Rafael Correa (Equador).


O ex-bispo católico e agora Presidente do Paraguai faz questão de mostrar aos principais líderes políticos latino-americanos a pobreza que existe no seu país.


«O Presidente Hugo Chavez faz questão de marcar presença nesta visita, para poder avaliar no terreno quais são as necessidades e os apoios que a Venezuela deverá disponibilizar ao Governo de Fernando Lugo», disse à Lusa um assessor da comitiva do Presidente venezuelano.



Mais uma desilusão Olímpica

Francis Obikwelu, atleta do Sporting concluiu no sexto lugar a segunda meia final dos 100 metros, com a marca de 10,10s (bem longe do seu recorde europeu de 9,86), falhando desta forma o apuramento a final.

Veja aqui a notícia de mais esta desilusão olímpica portuguesa.

Mais um Blog Madeirense: "Madeira Sem Amos"

Por estes dias também apereceram na blogoesfera regional mais uns blogs de caríz político, sendo que dos três já conhecidos só um é que deverá ver guardado um lugar nos blogs lidos e aconselhados deste "Cortar (d)a Direita" e que é o "Madeira Sem Amos", que embora seja dinamizado por um anónimo (situação muito recorrente por estas bandas lamentavelmente), é um blog de esquerda e dedica-se à crítica política contra "os amos" deste regime, e seus colaboradores sem ofensas pessoais.

Os outros tendo em conta que tem objectivos editoriais semelhantes a um outro que foi banido deste e de tantos outros blogs desta terra que não aceitam o insulto pessoal e o ressabiamento como forma de fazer política e que portanto nada de construtivo trazem ao debate político, não irão ver neste blog qualquer referência a sua existência.

GOVERNO VAI FALHAR META DOS 150 MIL EMPREGOS

Os 86 mil ou 133 mil postos de trabalho criados, consoante as comparações, valem pouco quando se sabe que o número de desempregados se manteve inalterado face a 2005, ano em que o Governo tomou posse. Os novos empregos foram absorvidos pelo aumento sustentado da população activa

GOVERNO VAI FALHAR META DOS 150 MIL EMPREGOS


O Governo criou, em termos líquidos, 86 mil postos de trabalho entre o segundo trimestre de 2005 e o mesmo período deste ano, ou seja, pouco mais de metade face aos 150 mil prometidos por José Sócrates durante a campanha eleitoral. O balanço é mais positivo se a comparação for feita com o primeiro trimestre de 2005. "Desde o primeiro trimestre de 2005, o número de empregos criados, empregos líquidos, situa-se nos 133,7 mil empregos", disse ontem o ministro das Finanças, numa conferência de imprensa realizada no final do Conselho de Ministros. Qual é a data mais correcta? A resposta não é simples. O Governo tomou posse a 12 de Março de 2005, o que o autoriza a usar o primeiro trimestre como base para a comparação. Porém, os economistas aconselham que as comparações se façam em termos homólogos, ou seja, confrontando períodos idênticos do ano, neste caso o segundo trimestre. Mas mesmo assumindo o número do Governo - 133,7 mil empregos - vale a pena tentar perceber de onde vêm estes postos de trabalho. E ao contrário do que seria desejável, este novo emprego alimenta-se exclusivamente do alargamento da população activa. Entre o segundo trimestre de 2005 e o mesmo período de 2008, o universo de pessoas disponíveis para trabalhar aumentou em 107 mil. Nestes três anos, o número de pessoas empregadas cresceu 96 mil, sendo o diferencial explicado pelo acréscimo de 10,6 mil desempregados. O mesmo raciocínio pode fazer--se utilizando o primeiro trimestre de 2005 como base comparativa: a população activa aumentou em 131 mil, enquanto o emprego cresceu um pouco mais, 133,7 mil. O diferencial são 2,7 mil novos postos de trabalho - uma gota no oceano de 150 mil novos empregos prometidos pelo Governo. Criação líquida ou bruta?A questão está em saber se a promessa do Executivo era líquida ou bruta, ou seja, se levava ou não em conta o efeito do desemprego. As declarações proferidas há três anos por José Sócrates e pelos seus ministros foram claras a este respeito. "São 150 mil empregos que perdemos em três anos e vamos recuperar em quatro", disse Sócrates a 10 de Janeiro de 2005. Por volta da mesma data, Vieira da Silva, que entretanto assumiu a pasta do Trabalho, afirmava: "Está- -se a falar em recuperar postos de trabalho destruídos nos últimos três anos." Assim, torna-se evidente que o objectivo era reabilitar os 150 mil desempregados que haviam perdido o seu trabalho nos anos anteriores. Ou seja, os 150 mil novos postos de trabalho deveriam reflectir-se não só num aumento do emprego, mas também numa redução, na mesma proporção, do desemprego. Não foi isso que aconteceu porque, pelo caminho, a população activa cresceu, e muito. Quando o Governo assumiu funções, havia 412,6 mil desempregados (e 399,3 mil no segundo trimestre de 2005), pelo que a promessa de José Sócrates correspondia a reduzir o universo de pessoas sem emprego a 263 mil - e não os 409,9 mil anunciados ontem pelo INE. Parece um objectivo impossível, mas as estatísticas oficiais mostram que, entre o segundo trimestre de 1998 e de 2002, o número de desempregados esteve sempre abaixo daquela fasquia. Foi a pensar nisso que o Partido Socialista avançou na altura com aquela meta. "Durante os governos de Guterres foram criados meio milhão de empregos", lembrava, em 2005, Vieira da Silva. Tendo em conta as estimativas nacionais e internacionais relativas ao desemprego, não é crível que o Governo venha a concretizar esta promessa. Não porque não queira, mas porque não pode. A pressão sobre as contas públicas, com o consequente espartilho sobre o investimento e despesa pública, e o arrefecimento da economia no mundo deixam evidente que os 150 mil empregos prometidos, em 2005, ao exército de 400 mil de desempregados não passa, afinal, de uma miragem.


sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Miguel Fonseca tem 100% de razão!!!...

O bloguista Miguel Fonseca escreveu hoje e bem que "AO DIÁRIO: E SOBRE O PSD NÃO HÁ NADA? É O PSD UM MUNDO PERFEITO? "

Fica aqui o "post" como qual concordo a 100%:


"Em poucos dias, o Diário dedicou largo espaço e várias edições ao Estado da Oposição, como se ela fosse a responsável sobre o que se passa nesta terra - desde a perda de 500 milhões de euros de fundos europeus ao PIB - que é bruto, tão bruto que o povo não liquida nada. E quanto ao PSD, aquilo é um mundo perfeito, fechado, o Diário serve objectivamente de o PSD, ou o jornalismo de investigação pára à porta do PSD? Aquilo é o admirável mundo novo, onde todos cantam hossanas e nada há para fizer, certamente. Ainda há dias eu passava junto à sede do Partido - qual partido? ora qual partido - qual é o Partido de que se fala na União Soviética - e ouvi, vindo de lá, um coro celestial - Glóóóóóóóória in excelsis Albertum! - lindo!Ainda assim, se pergunta, sobre o Estado do PSD, o Diário não faz nenhuma peça?"

Falta de Noção do Real??!

Á conta do que por cá foi escrito ontem relativamente aos dados económicos do País referentes ao segundo trimestre de 2008, o bloguista Tino do "Farpas da Madeira", responde um pouco a "quente" dizendo que houve da minha parte "falta de noção do real"!??...

Ora Tino, deixe que lhe diga antes de mais que mais uma vez (e nesta semana já vão umas poucas vezes!), enganou-se!!!...


Eu sei que ser por várias vezes confrontado com dados concretos que rebatem de forma clara esta "propaganda socialista" é um pouco desagradável, mas tem que ser!!!...


Isto de quererem enganar-nos desta forma já é um insulto e por isso a paciência é já muito pouca!!!...


Repare que na resposta que dá não rebateu com dados concretos aquilo que expressei, simplesmente dedicou-se a atacar um Governo anterior, que como sabe foi impedido de governar pelo Presidente da República de então. Como sabe o Dr. Jorge Sampaio demitiu com meses de governação o Governo de Pedro Santana Lopes que tinha legitimidade para governar, tendo em conta que tinha maioria parlamentar. Digamos que nessa altura assistimos a uma espécie de "golpe de estado" constitucional, que veio a favorecer o próprio Partido do então Presidente (PS), tendo em conta que Portugal pouco habituado a um apertar do cinto (que de facto não foi convenientemente explicado aos Portugueses como devia pela Coligação), estava descontente. Reconheço também que a saída do Dr. Durão Barroso em nada ajudou, permitindo a sua saída que as coisas tivessem o caminho que teve.


Nessa altura importa referir ao contrario do que afirmas, que pelos Governos do PSD/CDS foram tomadas muitas medidas estruturantes e impopulares, que foram seguidas por este Governo, porque de facto tinham que ser, pena é que outras medidas não fossem seguidas!!!...


De lamentar é que ainda os socialistas não assumam aquilo que foi a desgraça dos Governos de António Guterres, que ainda hoje são a verdadeira razão do País estar "apertado" como esta. Se não fosse a herança destes governos socialistas, nenhum governo, como foi aquele que veio depois da coligação PSD/CDS, teria a necessidade de impor medidas de apertos de cinto, como foi na altura necessário e que é ainda seguido por este Governo socialista. E dizer o contrario é a já habitual desonestidade intelectual para justificar quando há falta de verdadeiros argumentos.


Por outro lado importa também fazer uma correcção importante. Os Governos de coligação PSD/CDS, não duraram três anos, quando foram de pouco mais de dois anos e meio, pelo que comparar resultados de governação não fazem sentido, tendo em conta que a conjuntura na altura era verdadeiramente hostil alimentada quer pela comunicação social na altura e pelo próprio Presidente da República é nos dias de hoje bem diferente. Depois este Governo já beneficiou do pouco que o outro Governo de bom fez. Para além disto o Povo interiorizou aos poucos que de facto isto tinha que mudar, que o País tinha problemas estruturais que tinha que corrigir e por isso importava dar estabilidade a quem governa para que tudo volte ao normal. É isso que mantém este Governo e claro a falta de verdadeira alternativa na Oposição. Isto meus senhores é que é falar verdade, para que ninguém diga que tenho a mesma atitude desonesta de outros.


Sobre o que este Governo já conseguiu, apenas dizer que também já fez coisas boas, mas ficou até agora muito aquém do que prometeu e o pior é que não conseguindo cumprir mente!...


Por isso aquilo que referi ontem neste "post" e neste outro, continuam muito validos, tendo em conta que os dados conhecidos ontem não são suficientemente animadores para que "embandeiremos em arco" como alguns!!!...

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

«Os 150 mil: de promessa por cumprir a fraude política»

A máquina de propaganda do governo quer transformar uma promessa política numa fraude política. Estou, claro, a falar da promessa política dos 150 mil empregos. Como é evidente, essa promessa não pode ser interpretado, nem é nunca interpretada pelos eleitores, como uma promessa de criar 150 mil empregos tendo em conta uma população activa maior do que aquela que existe quando a promessa é feita. Os eleitores interpretaram essa promessa como a promessa de criar 150 mil empregos para as pessoas então à procura de emprego. Isto é, para os que então desempregados. Prometer 150 mil empregos é prometer tirar do desemprego 150 mil pessoas. É isso que os eleitores entendem. Quando Sócrates alega que está prestes a cumprir a promessa dos 150 mil empregos apesar de o desemprego ter aumentado, está a reescrever a posteriori o que efectivamente prometeu e a defraudar os seus eleitores. Como é evidente, se no momento em que fez a promessa Sócrates tivesse dito que a criação de 150 mil empregos seria acompanhada pela criação de mais de 150 mil desempregados muitos não teriam votado nele. Sócrates está-se a tentar aproveitar e a tentar retirar mérito de um fenómeno natural em economia. Se o número de trabalhadores disponível expande é natural que o número de empregados aumente. Os novos trabalhadores criam a procura necessária para sustentar os novos empregos. Mas isso é irrelevante para os problemas estruturais de desemprego. Esses não se resolvem pela expansão do número de trabalhadores disponíveis.

João Miranda - Blog Blásfemias


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Desta vez prefiro citar ou se quiserem chamar "plagiar" o bloguista João Miranda, para desmontar mais uma mentira indecorosa do Dr. Carlos Pereira.


De facto esta gente acha que todos andamos a dormir!!!...


Triste coisa!!!...

Portugal estagnado e alguns a embandeirar em arco!!!...

Hoje foram conhecidos dados económicos do País referentes ao segundo trimestre de 2008, em que a economia portuguesa cresceu 0,4, comparativamente com o trimestre anterior, escapando a uma recessão técnica depois de no primeiro trimestre ter recuado 0,1 por cento.

Segundo o Público de hoje, os números divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) na sua estimativa rápida (ainda passíveis de serem revistos) dão conta de que a economia portuguesa, apesar de escapar à recessão, continua bastante frágil.


Este refere também que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,9 por cento no segundo trimestre face a igual período do ano passado.


Sendo que relativamente aos dados do desemprego, o INE refere que a taxa de desemprego em Portugal baixou 0,6 pontos percentuais no segundo trimestre, em relação a igual período de 2007, para 7,3 por cento.


Com estes dados na mão, eis que alguns começaram a embandeirar em arco, dando pulos na cadeira!!!... Triste coisa!!!...


O incrível é que estes senhores cegos políticos por opção, tiveram o desplante até de aplicar o seguinte proverbio "Se Maomé não vai à montanha...", com o objectivo de justificar o dito "crescimento" português, dizendo o maior disparate possível: "...Portugal continua a crescer pouco, mas desta vez fá-lo enquanto a maioria dos países da Europa estão em recessão. Feitas as contas, convergimos com a Europa, mas desta vez é a montanha que vem em direcção de Maomé..." Portanto meus senhores, estes congratulam-se pelo mau momento Europeu, esquecendo-se que Portugal vive economicamente com estes países, sendo que mais tarde ou mais cedo esta crise europeia, nos vai atingir, sendo que as consequências, nos afastarão e muito dos nossos parceiros, porque esta convergência momentânea não tem expressão (falamos dum trimestre apenas!). Enfim ainda há quem julgue que a desgraça dos outros nos beneficie, quando na verdade nós vai prejudicar ainda mais. Cegueiras!!!...


Estes enganaram-se quando julgavam que não faríamos comentários a estes factos, pela minha parte não poderia deixar passar isto em branco tendo em conta que estes números revelam ao contrario do optimismo desmesurado destes senhores, graves situações que nos devem fazer reflectir, vejam:


1. Os números do desemprego, tal como na Madeira demonstram que há muita emigração, em especial de jovens e há o tradicional emprego sazonal encapotando parte do desemprego real;


2. Este Governo, tal como aconteceu por décadas na Madeira, começa a utilizar as obras públicas como motor de arranque, resolvendo um problema no imediato mas deixa uma tremenda factura a ser paga pelas próximas gerações;


3. A inflação menor em Portugal corresponde à retracção em pânico do consumo privado (ver também este blog);


Assim sendo a nossa economia ao contrario do que esses senhores julgam comporta-se como um moribundo ligado ao ventilador, pelo que para mim e de certeza para muitos portugueses, não há de forma alguma razões para festejar e muito menos para embandeirar em arco!...


Pelo contrario estes sinais são muito preocupantes e merecem pelo menos mais reservas e uma outra atitude menos populista!!!...





«Almas Gémeas»

Hoje no DN-Madeira, apareceu uma "Carta do Leitor", neste caso "leitora" Joana Afonso, que não conheço, mas que vai ao encontro do que por cá muitas vezes tenho vindo a defender, relativamente a esta alternância política entre o PS e o PSD, que como todos sabemos, tem desgraçado este País.

Fica aqui o texto denominado "Almas Gémeas".


"O PS e o PSD são duas almas gémeas. Veja-se a sua governação no continente e na Madeira. Lá governam à custa do contribuinte e aumentam os impostos para alimentar o monstro do Estado que criaram. Desmentem a crise económica, o aumento da pobreza e as desigualdades sociais. Aqui na Região, o Governo Regional do PSD critica, hipocritamente, a governação socialista mas aproveita a boleia e mantém a carga fiscal sobre as famílias e empresas para pagar a pesada máquina da administração pública e construir mais umas vias para ganhar eleições. Quanto à crise, diz que ela não existe e quanto ao desemprego e à pobreza, nega as evidências. No meio disto, o PS que aumenta impostos no continente pede menos carga fiscal na Região. Fala no desemprego e nos pobres que aumentam aqui e esquece os que tem criado lá.


Para o PSD tudo o que está bem na Madeira é da sua autoria e tudo o que está mal a culpa é de Lisboa. Para o PS tudo o que corre bem no continente pertence à acção do seu Governo. Tudo o que vai mal é da responsabilidade da conjuntura internacional. É o bloco central no seu melhor ou, mais certo, no seu pior. Alternam nos governos e deixam o país num estado lastimável. Este é um mal estrutural de 30 anos. Tudo farinha do mesmo saco."


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

«Esquizofrenia fiscal» ou esquizofrenia socialista??!... - Parte II

Volto ao assunto porque não posso deixar passar mais uma vez argumentação falsa para justificar medidas injustas para com quem trabalha. Em especial para com aqueles que fizeram da restauração a sua profissão e ainda por mais tendo em conta o desgaste que esta profissão tem. É extremamente injusto e não pode ficar sem resposta.

Respeito as opiniões contrarias mas para as mesmas serem validas e aceites estas não podem basear-se em pressupostos falsos e na desonestidade intelectual, que sistematicamente é usada para desacreditar outras opiniões.


Ao contrario de alguns chamo as coisas pelos seus nomes e sou muito directo.


Ao Tino e aos outros (se é que existem) dizer-lhes o seguinte:


Demonstra a argumentação do Tino de duas uma ou desconhece a forma como o sector da restauração funciona hoje em dia em Portugal ou então por má fé tenta passar a ideia de que nesta área toda a gente quer passar a perna ao fisco, para justificar a sua "tese", porque isto de dizer que "...aquilo que pagamos e que é receita do estabelecimento acaba muitas vezes por não ser declarado..." Sendo brando, acho que é injusto no mínimo! Na maioria dos casos tendo em conta a forma apertada como hoje estes tem de justificar as suas vendas, que em termos fiscais já são cruzados a "pente fino" com as compras e o stock, o que não deixa margem para fugas. Por outro lado, isso do recibo é um autentico mito, porque hoje, mesmo que o cliente não queira o recibo, o estabelecimento é obrigado a registar a conta em caixa. Isto para não falar das constantes fiscalizações que frequentemente as finanças já fazem. Este argumento primário é a velha máxima da esquerda de desconfiar de tudo e de todos!!!...


Depois confundir "gorjetas" com rendimentos é ridículo e absurdo, no mínimo!!!... Uma gorjeta é uma GRATIFICAÇÃO, portanto dá quem quer, quando quer!... Pode ser dada hoje e amanhã não!...

O rendimento fruto de trabalho é diferente. É algo que é contratualizado em troca de trabalho ou de serviços. O que é manifestamente muito diferente!!!...


Se querem mais leiam outra vez meu anterior "post", pode ser que ajude!!!...

Não confundam novamente coisas diferentes!!!... Na Europa de facto há Países em que na restauração para além do valor do consumo (bebidas / refeições), existe o valor a pagar pelo serviço e que é variável, o que é manifestamente bem diferente duma gratificação (que também existe), por isso esse argumento de que em muitos países da Europa, é assumido um valor de 10% para a gorjeta, não é verdade. Porque ao contrario do que a força nos querem fazer crer, pela Europa fora sabem distinguir muito bem uma gratificação (gorjeta), do pagamento do serviço, que por vezes é separado do custo do consumo e que é dado a conhecer ao cliente ao entrar no estabelecimento. Por isso nada de confusões descabidas!!!...


E então essa de tentar fazer passar a ideia de que esta nova tributação é uma medida de direita é do mais primário que já vi para justificar a voracidade fiscal de quem não sabendo governar, socorre-se a estas pseudo tributações para ganhar receita que posteriormente desperdiçam em obras faraónicas desnecessárias e em subsídios para fomentar a malandragem e depois enchem a boca para dizer que estas medidas servem para "...tratar todos os cidadãos da mesma maneira..." Inacreditável!!!...


Para finalizar apenas dizer que sei distinguir comunismo de socialismo ao contrario do que se tentou fazer passar. Sei meus senhores, que ambos desconfiam do Povo, sei que ambos dizem querer igualdades e no fim criam mais desigualdades. E mais, sei também que entre socialismo e social-democracia também não há diferenças, ambos querem ao contrario do que alguns afirmam acabar com a riqueza para que hajam mais pobres para estes controlarem oferecendo subsídios e apoios em material, veja-se o caso açoriano e o madeirense!!!... Portanto poder a qualquer custo!!!...


E já agora Tino nenhuma resposta ao desafio?!!...


Ou não há argumentos sérios para responder??!...


«Esquizofrenia fiscal» ou esquizofrenia socialista??!...

O socialista Tino no blog que partilha com outros dois socialistas chamado de "Farpas da Madeira", escreveu um "post" que diz o seguinte:

«É impressão minha ou os mesmos que estão completamente indignados por o governo querer cobrar impostos sobre as gorjetas, como qualquer outra fonte de rendimento do trabalho, são os mesmos que se indignam por os feirantes ciganos não pagarem impostos.


A mim não me choca nada que na factura de um restaurante exista uma rubrica que diga: gratificação e que seja rendimento, não do estabelecimento mas do empregado, e como tal seja o empregado a pagar impostos sobre esses rendimentos.


Muitos empregados de restaurante mais que duplicam o seu salário através das gratificações, então porque razão esse rendimento não há de ser declarado?


Apenas para esclarecimento, sou a favor que a fiscalização aperte com os feirantes de modo a que estes paguem os impostos como quase toda a gente, e que sejam impedidos de vender produtos contrafeitos. As regras são para todos. Não pode haver guetos seja de que espécie for.»


Sobre isto queria de forma clara dizer o seguinte:


Primeiro acho muito bem que o CDS se insurja claramente contra mais esta medida fiscal que penaliza mais uma vez quem trabalha.


É no mínimo injusto ver que as GRATIFICAÇÕES que voluntariamente cada um de nós dá a quem nós serviu com dedicação, quando a isso não era obrigado, tenha que ser taxado. Em lado algum na entrada dos estabelecimentos de restauração e bebidas, nem nas cartas onde podemos escolher o que pretendemos consumir, não é referida a obrigatoriedade do cliente ter de deixar gratificação (gorjeta), dá quem quer e a quem quer!!!...
Só falta também que quem de "gorjetas", tenha que ser também taxado por ter riqueza a mais, quando por vontade própria da uns "trocos" a quem lhe serviu com dedicação!!?...


Se fosse cobrada essa "gorjeta" pelo estabelecimento, mesmo que fosse para o empregado, aí era de facto compreensível tal taxa. Não sendo uma obrigatoriedade, mas sim uma GRATIFICAÇÃO espontânea do cliente, que entende dar é absurdo e ridícula a sua taxação!!!...


Gratificação Tino não é uma fonte de rendimento. Fonte de Rendimento é aquela que ao fim dum período de trabalho, sabes será pago sempre o mesmo valor em pagamento pelo teu trabalho. Uma gratificação pode vir hoje, mas amanhã pode não haver e os valores envolvidos Tino, sinceramente são ridículos!!!...


Por outro lado parece que tens algum problema com riqueza ou melhor, parece que o PS e seus militantes tem problemas em ver as pessoas ganharem mais algum dinheiro, fruto do seu trabalho honesto, que até por vezes é gratificado por quem reconhece a qualidade do serviço prestado!!!...


Sinceramente é decepcionante ler que ainda a pessoas que ficam incomodadas pelo que os outros honestamente conseguem!!!...


Já num passado recente este mesmo Governo Socialista (do qual o Tino é fervoroso admirador), também aventurou-se a tentar taxar "mesadas" e doações de pais a filhos e vice-versa. Sendo que a pronta denuncia disto por parte do CDS, fez com que o Governo abandona-se esta ideia. Era o que faltava, os pais terem de ir a correr as finanças declarar a mesada dada a um filho ou a ajuda dum filho a um pai e ter ao fim do ano pagar por isso!!?... Absurdos!!!...


Esses senhores já não sabem o que fazer para tirar o que os portugueses tem e o que não tem, esquecendo-se tributar a quem deveriam e não o fazem. É sempre quem trabalha de sol a sol que tem de sustentar a vadiagem que a olhos vistos vai por aí!!!...


É incrível que o Tino se esforce a justificar uma medida fiscal tão abominável e ridícula como esta e nada diga sobre os números esses sim elevadíssimos de pessoas que vivem a conta dos nossos descontos por exemplo no RSI , que no todo nacional já ultrapassam quase dois milhões de pessoas no final do primeiro semestre deste ano (ver SOL). Os dados da Segurança Social apontam para 1.936.903 pessoas e 695.847 famílias a receber este complemento. Isto Tino é que tem de acabar, porque como já foi dito (e bem), "esta esmola institucional que para além de criar maus hábitos de absentismo laboral incrementa a "malandragem" e cria dependências...", sendo lamentavelmente sempre os mesmos (os que trabalham) a ter que sustentar suas famílias e estas outras "famílias".


Neste "post" do Tino, aparece também uma comparação a roçar a demagogia e o mau gosto, para não falar de um certo racismo ou xenofobia implícita, quando mete a "baralho" os ciganos. Isto porque estamos a falar de assuntos totalmente diferentes e que merecem uma atenção diferente.


Pergunto agora ao Tino que já no seu texto contradizia-se quando refere que é a "...favor que a fiscalização aperte com os feirantes de modo a que estes paguem os impostos como quase toda a gente...", se acha que a venda ambulante é ou não uma gratificação??!...


Claro que não!!!...


Estas pessoas, ciganas ou de outras raças, nacionalidades ou etnias (qualquer comerciante, seja ele quem for com actividade móvel), tem de ter a sua actividade legalizada e fiscalizada, tal como qualquer outro comerciante, que tenha um espaço físico como sede fiscal fixa e que paga os seus impostos. Concorrência justa é o que se quer em qualquer actividade!!!...


Agora se cada um de nós pelos serviços prestados por estes quiser-mos dar uma "gorjeta", claro que não deve ser taxado por isso, tal como o pessoal da restauração. É óbvio!!!...


Para concluir deixo uma duvida para que o Tino me esclareça. Achas que os mendigos e os pedintes que segundo o DN-Madeira de hoje, arrecadam em média, cerca de 20 ou 30 euros por dia, que no final do mês, são mais do que os 434 euros definidos, este ano, pelo Governo, para o salário mínimo da Região, devem ou não ver estes valores taxados ou tributados pelo Governo??!...

CDS: Petição contra aumento das taxas aeroportuárias

O CDS/PP enviou, na passada segunda-feira, uma petição ao Governo Regional para que não proceda a aumentos das taxas do aeroporto internacional da Madeira.
A petição que esteve disponível na internet, nas últimas quatro semanas, foi subscrita por mais de um milhar de pessoas. O que na opinião do líder popular, José Manuel Rodrigues, deve ser motivo de reflexão para as entidades competentes.

Ainda segundo este, “o executivo regional não pode ficar indiferente perante as consequências nefastas que as taxas aeroportuárias têm no encarecimentos das passagens, na competitividade do nosso turismo e das nossas empresas”.

A saber, constataram os populares, “as taxas do aeroporto da Madeira são duas vezes mais altas que os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro e três vezes mais caras que as praticadas nos aeroportos espanhóis”. E apesar das promessas de redução dessas taxas, concluíram, “o Governo Regional anunciou um novo aumento de 3,5 por cento”


terça-feira, 12 de agosto de 2008

«Quase sem comentários»

«Quase um terço da população dos Açores vive do Rendimento Social de Inserção, uma espécie de esmola institucional que para além de criar maus hábitos de absentismo laboral incrementa a "malandragem" e cria dependências do Estado/Região pouco benéficos para a democracia. Não interessa, obviamente enquanto houver dinheiro para gastar, aos políticos no poder reduzir o número de beneficiários desse subsídio.
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Nuno Barata - Blog Fôguetabraze


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O único comentário que apetece-me fazer é que ambas as regiões tem a sua população "agarrada" a subsídio-dependência. Quer César, quer Jardim, mantém-se no poder da mesma forma.


Veremos é até quando, porque o que é bom também um dia acaba. O pior é que milhões são gastos e a vida destas regiões pelos vistos será sempre a mesma. É pena!!!...


E afinal onde para a riqueza que os PIB's destas regiões dizem existir??!...


Se existe tanta pobreza, como é que é??!...

«O Hino da Festa de Verão do Bloco de Esquerda»

Confesso que não resisto a publicar esta brincadeira do João Caetano Dias (jcd), que no Blog "Blasfémias", Caricaturou de forma muito engraçada a festa de Verão dos jovens do Bloco de Esquerda, este ano chamada "Acampamento Jovens Bloco de Esquerda", que teve como temas de discussão debates sobre Imigração e Racismo, Bio-combustíveis e Crise Alimentar, LGBT, Feminismo e Combate Social, Drogas Leves e Precariedade entre outros temas fracturantes!!?.

Fica aqui o Hino feito a "medida" para os jovens bloquistas!!!...


Eu Gosto É Do Verão
No acampamento o am@r anda no ar
No acampamento os fumos andam no ar
No acampamento a subversão anda no ar
E eu não consigo parar de festejar

Em São Gião os j@vens ficam maiores
Em São Gião há muit@s pensadores
Em São Gião fazem-se muitos am@res
E inebriamo-nos com tantos vapores

Eu gosto é do Verão
De discutir racismo e imigração
Usarmos os bio-combustíveis
E lutarmos por outr@s mundos possíveis

E ao fim do dia, bem abraçad@s
A ver o comício-festa
Abrilhantado
Pelo camarad@ Louçã

No acampamento vamos ser lutadores
Com stenciles e com vibradores
Vamos dançar e ficar na arruada
Do lusco-fusco até de madrugada

Na Serra da Estrela vamos ter feministas
Futebóis, twisters e artist@s
Trans, Hetero, homo e bissexuais
e lutar pelos direitos dos animais

Eu gosto de acampar com @ Ana
Com @ Fernando, @ Luís e @ Joana
E combater o capital com bravura
Ao lado d@ professor Boaventura

E ao fim do dia, bem abraçad@s
a ver o comício-festa
Abrilhantado
Pelo camarad@ Louçã

Abrilhantado
Pelo camarad@ Louça

Louçããããã…

(Spoof do tema
homónimo da Fúria do Açucar).

«Morte do assaltante do BES divide blogoesfera»

O assalto com reféns ao BES fez parar o país. A morte de um dos sequestradores abriu uma discussão sobre a actuação da polícia. Os blogues continuam a discutir o assunto.
"Mais valia ter salvo os quatro, parecem dizer alguns. Sejamos francos: ali só havia dois que careciam de ser salvos - aqueles que não se tinham lembrado de tomar reféns e de lhes apontar armas à cabeça. O resto nem danos colaterais são." O post é de Rogério da Costa Pereira, no
" Cinco Dias " .
No
" Arrastão " , Daniel Oliveira discorda: "Recordo que, felizmente, o discurso da polícia depois do sucedido foi exactamente o oposto a este. Os piores são mesmo os cowboys de sofá como o senhor Rogério, um dano colateral provocado pelo alargamento do Cinco Dias.
O assalto esteve em destaque nos fóruns na rádio e na televisão. O
" Blasfémias " analisa os comentários dos portugueses. "A generalidade das pessoas mostrava-se genuinamente satisfeita. Obviamente muito mais satisfeita do que estaria se o assalto tivesse acabado numa paz negociada.
Descobriu-se finalmente a solução para os problemas de segurança do país: um sniper em cada rua. Todos os dias serão os dias mais felizes das nossas vidas."
No blogue
" O Insurgente " , Miguel Botelho Moniz escreve sobre o uso preventivo da força mortal para combater a criminalidade. "Aqui a situação é de perigo iminente. Existe a possibilidade de um crime capital ser cometido em flagrante. Esta situação limite é o cerne da questão de se é legítimo ou não que o estado tente prevenir crimes. Se não for legalmente possível ao estado, ou a uma "agência de segurança", impedir que uma pessoa mate outra, quando está em condições de o fazer, então nenhuma coerção a priori será legítima, devendo o estado limitar-se a forçar a compensação das vítimas depois do crime. O que num caso destes seria impossível. E contrariamente à pena de morte, a possibilidade de ter lugar esta força preventiva é de facto dissuasora."



segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Convívio Anual de Verão da CAF











Mais uma vez o Clube de Amigos da Febra (CAF), reuniu-se (sábado dia 9) no já habitual convívio de verão, mais uma vez no sempre estimado Restaurante Manjerico, do Paulo Ferraz, nos Prazeres, Concelho da Calheta.

Antes de soberana refeição, os sócios da CAF tiveram a oportunidade de disputar um mini-torneio de futsal, no Pavilhão da Freguesia dos Prazeres, sendo importante referir que o prémio para o melhor jogador foi entregue ao Ricardo Freitas.

Desta vez tivemos a entrada de mais dois novos sócios, o Acácio e o Eduardo.

Pelo menos para mim é sempre uma tarde muito bem passada, junto de bons amigos!!!...

Parabéns ao Presidente Rui Barreto, que mais uma vez organizou de forma exemplar mais este encontro e longa vida a CAF!!!...