
Para o juiz-conselheiro, “um monumento inserese numa cadeia geracional” sendo “um legado das
gerações que já partiram às que hoje vivem e será transmitido às vindouras. Não pertence às gerações actuais, é algo doado pelo passado ao presente que este deve doar ao futuro”.
Defendeu que “o monumento traduz o esforço de gerações que antecederam o momento actual”, pelo que “não se deverá dizer que um monumento do Funchal pertence ao Funchal”. “Os monumentos do Funchal, a começar pelo Palácio de São Lourenço são antes de tudo património
da portugalidade, porque pertencem a todas as gerações de portugueses que estiveram na sua génese e na origem da sua edificação”, destacou. E conclui: “o que importa é que os madeirenses
tenham orgulho em ser madeirenses, no legado histórico que receberam, séculos e séculos de gerações que antecederam.
Para mim estamos perante uma falsa questão.
O Palácio como edifício, como monumento pertence como o diz o Representante da República a todos os Portugueses e por consequência aos Madeirenses que tem o privilegio de o terem na sua terra. É de facto um símbolo de "portucalidade", pelo simples facto de conter nele parte da história deste Arquipélago, desta região de Portugal.
O que acontece é que há sempre aqueles que aproveitam-se de qualquer coisa para fazer chicana e factos políticos, porque a tal regionalização ou agora a tal pseudo-independência precisa de tomar de "assalto" algo que simbolicamente justifique a "luta". E o Palácio é pelo que representa um bom símbolo para ser tomado.
Mais uma vez acho que em si nada disto muda e nada disto benefícia o edifício que ao longo de gerações foi sempre madeirense. Teremos o mesmo palácio embora com uma tutela diferente que terá de o manter e que lhe terá de dar o destaque que ao longo da sua vida teve, isto se acreditamos que a Autonomia pode de facto evoluir, sem dividir o País e nos manter-mos como até agora como Região Autónoma, pertencendo a um único Estado.
Porém há quem veja a resolução do diferendo autonómico de outra forma, precisam dum símbolo que realce a vítoria dos pseudo autonomistas / Independentistas (em espécial dos federalistas) sobre os centralistas e Lisboa. E isso só aconteceria se o Palácio em questão fosse tutelado pelo "novo" Estado.
A tomada do Palácio reforça e muito a tal autonomia federalista agora defendida por AJJ, se temos em conta que um Estado é dono de Patrimonio, em espécial do Património símbolo da sua auto-determinação, da sua cultura e até se assim se quiser da sua própria lingua!...
O que acontece é que há sempre aqueles que aproveitam-se de qualquer coisa para fazer chicana e factos políticos, porque a tal regionalização ou agora a tal pseudo-independência precisa de tomar de "assalto" algo que simbolicamente justifique a "luta". E o Palácio é pelo que representa um bom símbolo para ser tomado.
Mais uma vez acho que em si nada disto muda e nada disto benefícia o edifício que ao longo de gerações foi sempre madeirense. Teremos o mesmo palácio embora com uma tutela diferente que terá de o manter e que lhe terá de dar o destaque que ao longo da sua vida teve, isto se acreditamos que a Autonomia pode de facto evoluir, sem dividir o País e nos manter-mos como até agora como Região Autónoma, pertencendo a um único Estado.
Porém há quem veja a resolução do diferendo autonómico de outra forma, precisam dum símbolo que realce a vítoria dos pseudo autonomistas / Independentistas (em espécial dos federalistas) sobre os centralistas e Lisboa. E isso só aconteceria se o Palácio em questão fosse tutelado pelo "novo" Estado.
A tomada do Palácio reforça e muito a tal autonomia federalista agora defendida por AJJ, se temos em conta que um Estado é dono de Patrimonio, em espécial do Património símbolo da sua auto-determinação, da sua cultura e até se assim se quiser da sua própria lingua!...
O Palácio torna-se vital para justificar o movimento independentista que dará nesse espaço "guarida" ao novo Presidente da Região Autónoma e claro da soberania deste órgão, neste "novo" Estado!!!...
Voltando com seriedade ao assunto, importa acrescentar que o cargo de Representante da República, terá inevitavelmente os dias contados, seja nesta próxima revisão constitucional ou noutra. Acredito que o modelo que venha a ser adoptado, deverá passar por eliminar esta representação do Estado na Região e portanto deixará de ser a residência oficial de quem ocupe o cargo, o que mais uma vez esvazia de conteúdo tal polémica.
Portanto, estamos perante mais uma polémica sem sentido, porque o edifício é o tal simbolo de "Portucalidade" que vai para além do facto de ser a residência oficial do Representante da República, que mais dia menos dia, é um cargo que deverá desaparecer.
A polémica é em si, um absurdo visto que esse simbolismo é efémero, porque dele nada iria mudar, não se instalaria nenhum órgão autonómico, nem passaria a ser residência ofícial de ninguém.
Voltando com seriedade ao assunto, importa acrescentar que o cargo de Representante da República, terá inevitavelmente os dias contados, seja nesta próxima revisão constitucional ou noutra. Acredito que o modelo que venha a ser adoptado, deverá passar por eliminar esta representação do Estado na Região e portanto deixará de ser a residência oficial de quem ocupe o cargo, o que mais uma vez esvazia de conteúdo tal polémica.
Portanto, estamos perante mais uma polémica sem sentido, porque o edifício é o tal simbolo de "Portucalidade" que vai para além do facto de ser a residência oficial do Representante da República, que mais dia menos dia, é um cargo que deverá desaparecer.
A polémica é em si, um absurdo visto que esse simbolismo é efémero, porque dele nada iria mudar, não se instalaria nenhum órgão autonómico, nem passaria a ser residência ofícial de ninguém.
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